Mês: maio 2026

O Surgimento da Autoconsciência em Bebês Prematuros: Insights a Partir do Reflexo de Busca

O Surgimento da Autoconsciência em Bebês Prematuros: Insights a Partir do Reflexo de Busca

The Emergence of SelfAwareness in Preterm Infants: Insights From the Rooting Reflex. Touraton A, Lejeune F, Audéoud FB, Debillon T, Chevallier M, Gentaz E, Doutau J.Acta Paediatr. 2026 May;115(5):1085-1091. doi: 10.1111/apa.70453. Epub 2026 Jan 20.PMID: 41557511. França, Suíça

                                                                        Realizado por Paulo R. Margotto.

A autoconsciência sensorial precoce em bebês prematuros é crucial para a compreensão do desenvolvimento neonatal e para a melhoria dos cuidados. Bebês nascidos entre 24 e 37 semanas de idade gestacional demonstram discriminação tátil e preferência por autoestimulação. Esses resultados sugerem que a autoconsciência sensorial fornece uma base para o desenvolvimento cognitivo e social, oferecendo informações importantes para a prática clínica e orientando futuras pesquisas sobre a maturação sensorial e neurológica neonatal

 

Doses Mínimas, Grande Impacto: Otimizando o Desmame da Sedação para Reduzir o Uso de Opioides em ema UTI Neonatal De Nível IV

Doses Mínimas, Grande Impacto: Otimizando o Desmame da Sedação para Reduzir o Uso de Opioides em ema UTI Neonatal De Nível IV

Tiny doses, big impactOptimizing sedation weaning to reduce opioid use in a Level IV NICU.Glenn T, Carroll J, Kimball A, Speziale M, Romanowski G, Chamankhah N, Helgeson H, Sim E, Kimmel J, Kang J, Wong A, Grimm P, Van Gorder M, Heath D, Moyer L.J Perinatol. 2026 Apr 29. doi: 10.1038/s41372-026-02630-z. Online ahead of print.PMID: 42056241. Estado Unidos.

Realizado por Paulo R. Margotto.

Um Protocolo padronizado, multidisciplinar e estruturado de desmame da sedação reduz de forma significativa a exposição a opioides e dexmedetomidina, diminui o tempo de internação e melhora os resultados clínicos em neonatos criticamente enfermos, sem comprometer a segurança :exposição a opioides: diminuiu de 26 para 17 dias (redução de 35% ,  meta de 20% superada);  tempo de internação: diminuiu de 70 para 50 dias; exposição à dexmedetomidina  diminuiu  de 18 para 12 dias, além da melhora na adesão aos planos individualizados, alta satisfação da equipe, redução da síndrome de abstinência iatrogênica, maior segurança e qualidade do cuidado e cultura de desmame mais proativa na Unidade. “Doses mínimas, grande impacto” — a padronização é uma ferramenta poderosa para proteger o neurodesenvolvimento dos recém-nascidos.

Enterocolite Necrosante: A Lógica da Prevenção (2026)

Enterocolite Necrosante: A Lógica da Prevenção (2026)

Paul0 R. Margotto

A diferença entre perfuração intestinal espontânea (PIE) e ECN: a PIE ocorre nos primeiros dias de vida, não depende da dieta e está ligada ao uso de corticoides/indometacina e ao sexo masculino. Já a ECN clássica surge por volta da 3ª semana e é causada por disbiose (excesso de Proteobactérias) e inflamação.  Mitos da UTIN: os Critérios de Bell estão obsoletos. Imagens radiológicas de fezes com ar em bebês clinicamente bem são apenas “cocotose” e não ECN. O jejum prolongado e o uso de antibióticos empíricos ou bloqueadores H2 lesionam a barreira intestinal e aumentam o risco da doença. Biomarcadores de Risco: uma queda repentina >20% nos monócitos periféricos sinaliza inflamação intestinal ativa. A hiponatremia severa (<135mEq/L) indica falha no tratamento clínico e provável necessidade de cirurgia. Estratégias de Prevenção: O leite materno , de preferência cru, é o principal fator protetor (contém a lipase BSLL e gera óxido nítrico). Recomenda-se suspender a dieta durante transfusões de sangue para evitar isquemia mesentérica. O uso combinado de probióticos reduz a ECN em até 54%, no entanto não temos usado por não se ratar de um fármaco, no momento. Abordagem Sistêmica: A ECN é uma falha de sistema, não de azar. A aplicação de pacotes de melhoria de qualidade (QI) com protocolos rígidos pode reduzir a incidência da doença para próximo de zero.

Exposição Pré-Natal à Poluição do Ar Está Associada a Desfechos Neurodesenvolvimentais Alterados na Primeira Infância.

Exposição Pré-Natal à Poluição do Ar Está Associada a Desfechos Neurodesenvolvimentais Alterados na Primeira Infância.

Prenatal air pollution exposure is associated with altered neurodevelopmental outcomes in early childhood. Bonthrone AF, Bos B, Barratt B, Pang HCO, Beevers S, Chew A, Falconer S, Hajnal JV, Kelly FJ, Nosarti C, Edwards AD, Counsell SJ.J Physiol. 2026 Apr 28. doi: 10.1113/JP290327. Online ahead of print.PMID: 42049054.

Realizado por Paulo R Margotto.

O estudo analisou 498 crianças (incluindo 125 prematuras) da coorte Developing Human Connectome Project (dHCP) em Londres. Os pesquisadores avaliaram o impacto da exposição materna a poluentes (PM₂.₅, PM₁₀ e NO₂), estimada pelo código postal durante a gestação, no desenvolvimento neurocognitivo aos 18 meses (avaliado pelas Bayley Scales).Entre os principais achados: Linguagem: Maior exposição aos poluentes no 1º trimestre esteve associada a pontuações significativamente mais baixas de linguagem (5 a 7 pontos a menos em média; até 11 pontos a menos em prematuros), mesmo após ajuste para fatores socioeconômicos, étnicos, complicações maternas e ambiente linguístico domiciliar. Habilidades motoras: Maior exposição aos poluentes ao longo de toda a gestação esteve associada a piores escores motores apenas em prematuros muito precoces (< 32 semanas). Não houve efeito significativo em prematuros moderados ou crianças a termo. O sexo da criança não influenciou as associações. Os autores concluem  que a exposição à poluição do ar no início da gestação parece ser particularmente prejudicial ao desenvolvimento da linguagem. Bebês muito prematuros são mais vulneráveis aos efeitos da poluição ao longo da gravidez no desenvolvimento motor. Os autores destacam que a poluição do ar é um fator de risco modificável e que reduzir a exposição pode melhorar os desfechos do neurodesenvolvimento  na primeira infância.  estudo reforça a importância de proteger gestantes (especialmente em grandes Centros urbanos) da poluição atmosférica, mesmo dentro dos limites legais atuais.

ÁUDIO PELA IA: Exposição Pré-Natal à Poluição do Ar Está Associada a Desfechos Neurodesenvolvimentais Alterados na Primeira Infância.

ÁUDIO PELA IA: Exposição Pré-Natal à Poluição do Ar Está Associada a Desfechos Neurodesenvolvimentais Alterados na Primeira Infância.

Prenatal air pollution exposure is associated with altered neurodevelopmental outcomes in early childhood. Bonthrone AF, Bos B, Barratt B, Pang HCO, Beevers S, Chew A, Falconer S, Hajnal JV, Kelly FJ, Nosarti C, Edwards AD, Counsell SJ.J Physiol. 2026 Apr 28. doi: 10.1113/JP290327. Online ahead of print.PMID: 42049054.

Realizado por Paulo R. Margotto.

O estudo analisou 498 crianças (incluindo 125 prematuras) da coorte Developing Human Connectome Project (dHCP) em Londres. Os pesquisadores avaliaram o impacto da exposição materna a poluentes (PM₂.₅, PM₁₀ e NO₂), estimada pelo código postal durante a gestação, no desenvolvimento neurocognitivo aos 18 meses (avaliado pelas Bayley Scales).Entre os principais achados: Linguagem: Maior exposição aos poluentes no 1º trimestre esteve associada a pontuações significativamente mais baixas de linguagem (5 a 7 pontos a menos em média; até 11 pontos a menos em prematuros), mesmo após ajuste para fatores socioeconômicos, étnicos, complicações maternas e ambiente linguístico domiciliar .Habilidades motoras: Maior exposição aos poluentes ao longo de toda a gestação esteve associada a piores escores motores apenas em prematuros muito precoces (< 32 semanas). Não houve efeito significativo em prematuros moderados ou crianças a termo. O sexo da criança não influenciou as associações. Os autores concluem que a exposição à poluição do ar no início da gestação parece ser particularmente prejudicial ao desenvolvimento da linguagem. Bebês muito prematuros são mais vulneráveis aos efeitos da poluição ao longo da gravidez no desenvolvimento motor. Os autores destacam que a poluição do ar é um fator de risco modificável e que reduzir a exposição pode melhorar os desfechos do neurodesenvolvimento na primeira infância.  estudo reforça a importância de proteger gestantes (especialmente em grandes Centros urbanos) da poluição atmosférica, mesmo dentro dos limites legais atuais.

Infecções Bacterianas e Fúngicas em Recém-Nascidos Nascidos Antes de 24 Semanas de Gestação: Uma Revisão

Infecções Bacterianas e Fúngicas em Recém-Nascidos Nascidos Antes de 24 Semanas de Gestação: Uma Revisão

Bacterial and fungal infections in infants born before 24 weeks’ gestation: a review. Flannery DD, Green MB, Mehler K; Tiny Baby Collaborative Steering Committee.J Perinatol. 2026 Feb 16.

Realizado por Paulo R. Margotto.

Recém-nascidos com menos de 24 semanas de idade gestacional apresentam risco extremamente elevado de infecções bacterianas e fúngicas invasivas devido à imaturidade imunológica, pele muito frágil (ausência de estrato córneo) e necessidade prolongada de intervenções invasivas (cateteres centrais, ventilação, nutrição parenteral).Infecções Bacterianas:Sepse de Início Precoce (EOS): Incidência muito alta — cerca de 45 por 1.000 nascidos <24 semanas (VON 2018-2019), 12 vezes maior que em prematuros mais maduros. Principal agente: E. coli; segundo: GBS. Quase 1 em cada 20 RN <24 semanas desenvolve EOS. Sepse de Início Tardio (LOS) : Incidência dramática de 322 por 1.000 (aprox. 1 em cada 3 RN que sobrevive >3 dias). Principais patógenos: CONS (estafilococos coagulase-negativos), seguido de gram-negativos e S. aureus. A associação LOS/morte chega a 55%. Sobreviventes de infecções apresentam maior risco de morbidades graves (DPC, lesão cerebral, retinopatia, enterocolite). Infecções Fúngicas: Candidíase invasiva: Incidência de até 3,9% (1 em 25) nos sobreviventes >3 dias. Espécies de Candida (principalmente C. albicans e C. parapsilosis) são as mais frequentes. Alto risco de disseminação (SNC, olhos, abdome).Infecções por bolores (Aspergillus e Mucorales) são raras, mas emergentes e graves, especialmente cutâneas primárias.Profilaxia: Fluconazol (3–6 mg/kg, 2×/semana) é fortemente recomendado (evidência Grau A) em RN <24 semanas com fatores de risco, reduzindo colonização, infecção invasiva e mortalidade. Diagnóstico: Hemoculturas têm sensibilidade limitada nos minúsculos (volume pequeno de sangue). Avaliação extensa (LCR, US abdominal/craniana, fundo de olho) é obrigatória quando Candida é isolada. Conclusão: Apesar dos avanços na sobrevivência de prematuros extremos, infecções continuam sendo uma das principais causas de morbimortalidade. Estratégias agressivas de prevenção (bundles de cateter, stewardship antimicrobiano, profilaxia antifúngica e cuidados rigorosos com a pele) são essenciais para melhorar os desfechos nesse grupo de altíssimo risco.

Medições de Bilirrubina Transcutânea em Recém-Nascidos Prematuros: O Impacto da Raça, Idade e Fototerapia

Medições de Bilirrubina Transcutânea em Recém-Nascidos Prematuros: O Impacto da Raça, Idade e Fototerapia

Transcutaneous bilirubin measurements in preterm infants: the impact of race, age, and phototherapy. Cordero N, Petrova A, Halari A, Hegyi T.J Perinatol. 2026 Jan 5. doi: 10.1038/s41372-025-02558-w. Online ahead of print.PMID: 41490938.

Realizado por Paulo R. Margotto.

Em recém-nascidos a termo e prematuros tardios, a TcB (bilirrubina transcutânea) geralmente correlaciona-se bem com a TSB (bilirubina total sérica)  e a Academia Americana de Pediatria (AAP) recomenda o uso de TcB como ferramenta de rastreamento para bebês ≥35 semanas de gestação. Apesar de suas vantagens, o papel da TcB em prematuros permanece controverso. o National Institute for Health and Care Excellence (NICE) do Reino Unido recomenda não utilizar TcB em bebês <35 semanas (NICE CG98), e a AAP aconselha cautela em prematuros ao tomar decisões terapêuticas. Extrema cautela tem sido recomendada para neonatos extremamente prematuros (correlação pobre entre TcB e TSB). A pele mais fina e imatura altera as propriedades ópticas da bilirrubina por meio de variações na dispersão da luz, absorção, hidratação e perfusão capilar [3], contribuindo para a hesitação quanto à adoção universal da TcB nas UTIs neonatais, onde a confirmação sérica ainda é necessária em muitos casos. níveis de TcB medidos em pele exposta são pouco confiáveis sob fototerapia, provavelmente devido a alterações biológicas e ópticas induzidas pela exposição à luz, que podem levar a níveis imprecisos de TSB e necessitar de teste sanguíneo confirmatório para manejo seguro. Em níveis baixos de bilirrubina, a TcB pode subestimar os valores séricos reais, potencialmente atrasando testes confirmatórios e o início oportuno da terapia. Em níveis altos, a TcB pode superestimar o risco, levando a punções desnecessárias, aumento da ansiedade parental e uso inadequado de recursos de saúde, particularmente fototerapia. Esses achados reforçam a importância de continuar dependendo das medições séricas e de interpretar com cautela os valores de TcB em prematuros, particularmente durante e após a fototerapia.

Uso Não Invasivo de Óxido Nítrico para Hipertensão Pulmonar e Doença Vascular Pulmonar Associada à Displasia Broncopulmonar em Bebês Prematuros

Uso Não Invasivo de Óxido Nítrico para Hipertensão Pulmonar e Doença Vascular Pulmonar Associada à Displasia Broncopulmonar em Bebês Prematuros

Noninvasive nitric oxide use for pulmonary hypertension and pulmonary vascular disease associated with bronchopulmonary dysplasia in preterm infants. Chandra A, Rios DR, Dagle D, McNamara PJ, Bischoff AR.J Perinatol. 2026 Apr 15. doi: 10.1038/s41372-026-02687-w. Online ahead of print.PMID: 41986669 No abstract available.

                                                                               Realizado por Paulo R. Margotto.

Esse estudo avaliou a resposta clínica e ecocardiográfica ao iNO administrado de forma não invasiva (via tubo nasofaríngeo ou cânula RAM em CPAP/NAVA) em prematuros com DBP.12 prematuros extremos (idade gestacional média 24,8 semanas, peso ao nascer 550 g) receberam iNO iniciado em 20 ppm por critério clínico + ecocardiografia, sendo o desfecho principal: melhora ecocardiográfica (resolução de HP ou DVP[doença vascular pulmonar]).A resposta ecocardiográfica ocorreu em 42 % (5/12 pacientes) sendo 33% nos casos de Hipertensão pulmonar  e 67% nos casos de DVP isolada. Duração da terapia: cerca de 19 dias. Todos os paciente sobreviveram à alta. Portanto, O iNO não invasivo é viável e seguro em prematuros selecionados com DBP e HP/DVP. Aproximadamente metade dos pacientes apresenta resposta ecocardiográfica positiva. Portanto, o iNO não invasivo é viável e seguro em prematuros selecionados com DBP e HP/DVP Pode ser uma opção útil em bebês com DBP crônica que ainda não estão intubados, especialmente nos casos de DVP mais leve. Estudos prospectivos maiores são necessários para definir melhor os candidatos ideais e comparar diferentes interfaces não invasivas.

Uma Vacina para Prevenir o Citomegalovírus Congênito: Para Onde Vamos Agora?

Uma Vacina para Prevenir o Citomegalovírus Congênito: Para Onde Vamos Agora?

Vaccine to Prevent Congenital Cytomegalovirus: Where Do We Go Next? Schleiss MR, Plotkin SA, Permar SR.JAMA Pediatr. 2026 Mar 2. doi: 10.1001/jamapediatrics.2025.6432. Online ahead of print.PMID: 41770579.

Realizado por Paulo R. Margotto.

 O citomegalovírus congênito (cCMV) é a infecção viral congênita mais comum (prevalência ≈ 4,5/1.000 nascimentos) e a principal causa infecciosa de sequelas neurológicas (perda auditiva neurossensorial, deficiência intelectual, paralisia cerebral, etc.).Em 2025 (outubro), a Moderna anunciou resultados negativos do primeiro ensaio de fase 3 (≈7.500 mulheres) com a mRNA-1647,  sendo a eficácia de apenas 6-23%, sendo o programa descontinuado.Apesar da vacina ser segura, não atingiu o objetivo. Para onde vamos agora? Não é o fim! Outros candidatos promissores continuam em estudo:V160 (vacina replication-defective) → eficácia de 42% (melhor contra replicação viral alta) e Vacinas de subunidade gB/PC, partículas semelhantes a vírus e vacinas de vetor (ex: MVA-Triplex). Mesmo uma vacina com eficácia parcial traria grande impacto na saúde infantil. Os autores reforçam a necessidade de continuar os esforços com múltiplas plataformas e desenhos mais inteligentes.

TRIAGEM NEONATAL AMPLIADA

TRIAGEM NEONATAL AMPLIADA

Graziela Paronetto M. Antonialli

Médica Geneticista Programa de Triagem Neonatal do Distrito Federal Brasília, 11 de maio de 2026

Particularidades dos Prematuros:Prematuros < 37 semanas ou < 2.500g → triagem seriada (mínimo 2 amostras). Prematuros em UTI → mínimo 3–5 amostras:1ª: admissão (antes de NPT, transfusão, etc.), 2ª: 7º dia, 3ª: 28 dias. 4ª: 37 semanas corrigidas (especialmente SCID).Doenças Rastreadas (exemplos principais):Hipotireoidismo Congênito (TSH),Fenilcetonúria (PKU),Hiperplasia Adrenal Congênita (HAC) – urgência,Fibrose Cística (IRT),Hemoglobinopatias,Galactosemia, Deficiência de Biotinidase, Toxoplasmose, SCID, AME, etc.Lembramos que : Não é diagnóstico → apenas rastreio, pode gerar falsos positivos e falsos negativos, não substitui o exame clínico do pediatra/neonatologista. Coleta inadequada ou fora do tempo compromete o resultado.