Categoria: Distúrbios Metabólicos

ÁUDIO POR IA: Prevenção e Manejo da Doença Óssea Metabólica da Prematuridade: uma Revisão Sistemática

ÁUDIO POR IA: Prevenção e Manejo da Doença Óssea Metabólica da Prematuridade: uma Revisão Sistemática

Prevention and management of metabolic bone disease of prematurity: a systematic review. Alghawas LM, Buck M, Conway C, Cunningham C, El-Hanan K, Hession R, Karadede N, Malone JA, Oce OE, O’Kane E, Petsis D, Volchok Wynia M, Trayer J, Stewart P, McCarthy R, Roche EF, Kift S, Meehan J, Molloy EJ.J Perinatol. 2026 Jun 29. doi: 10.1038/s41372-026-02781-z. Online ahead of print.PMID: 42374148 Review. IRLANDA.

                                                                        Realizado por Paulo R. Margotto.

Esta revisão sistemática avalia as estratégias de prevenção e manejo da doença óssea metabólica da prematuridade em recém-nascidos prematuros, com foco especial na suplementação nutricional e em intervenções fisioterapêuticas. A Doença Óssea Metabólica da Prematuridade é uma condição multifatorial caracterizada pelo comprometimento da mineralização óssea em recém-nascidos prematuros (<37 semanas de gestação), afetando com maior gravidade os nascidos com menos de 32 semanas, de muito baixo peso (<1500 g) e de extremo baixo peso (<1000 g).Os estudos analisados demonstram que a administração precoce e equilibrada de cálcio, fósforo e vitamina D (A dose profilática de 400 UI/dia costuma ser suficiente para prematuros estáveis. Doses fixas elevadas (800–1000 UI/dia) não trazem benefícios adicionais e aumentam o risco de hipervitaminose D, nefrolitíase e nefrocalcinose. O ajuste individualizado com base no monitoramento sérico de 25(OH)D é o método mais seguro,  melhora significativamente os marcadores bioquímicos e radiológicos da mineralização esquelética. Quanto ao Calcitriol: análogo ativo da vitamina D é reservado como terapia adjuvante em recém-nascidos com doença metabólica óssea grave estabelecida e hiperparatireoidismo secundário (PTH > 100 pg/mL).Além disso, a literatura indica que abordagens baseadas em fisioterapia motora e carga mecânica podem auxiliar no ganho de peso e densidade óssea, embora ainda faltem padronização e avaliações de segurança a longo prazo para sua adoção clínica rotineira. Os autores concluem que uma abordagem multidisciplinar individualizada continua sendo fundamental para mitigar essa condição multifatorial em unidades neonatais.

Prevenção e Manejo da Doença Óssea Metabólica da Prematuridade: uma revisão sistemática

Prevenção e Manejo da Doença Óssea Metabólica da Prematuridade: uma revisão sistemática

Prevention and management of metabolic bone disease of prematurity: a systematic review. Alghawas LM, Buck M, Conway C, Cunningham C, El-Hanan K, Hession R, Karadede N, Malone JA, Oce OE, O’Kane E, Petsis D, Volchok Wynia M, Trayer J, Stewart P, McCarthy R, Roche EF, Kift S, Meehan J, Molloy EJ.J Perinatol. 2026 Jun 29. doi: 10.1038/s41372-026-02781-z. Online ahead of print.PMID: 42374148 Review. IRLANDA.

Realizado por Paulo R. Margotto.

Esta revisão sistemática avalia as estratégias de prevenção e manejo da doença óssea metabólica da prematuridade em recém-nascidos prematuros, com foco especial na suplementação nutricional e em intervenções fisioterapêuticas. A Doença Óssea Metabólica da Prematuridade é uma condição multifatorial caracterizada pelo comprometimento da mineralização óssea em recém-nascidos prematuros (<37 semanas de gestação), afetando com maior gravidade os nascidos com menos de 32 semanas, de muito baixo peso (<1500 g) e de extremo baixo peso (<1000 g).Os estudos analisados demonstram que a administração precoce e equilibrada de cálcio, fósforo e vitamina D (A dose profilática de 400 UI/dia costuma ser suficiente para prematuros estáveis. Doses fixas elevadas (800–1000 UI/dia) não trazem benefícios adicionais e aumentam o risco de hipervitaminose D, nefrolitíase e nefrocalcinose. O ajuste individualizado com base no monitoramento sérico de 25(OH)D é o método mais seguro,  melhora significativamente os marcadores bioquímicos e radiológicos da mineralização esquelética. Quanto ao Calcitriol: análogo ativo da vitamina D é reservado como terapia adjuvante em recém-nascidos com doença metabólica óssea grave estabelecida e hiperparatireoidismo secundário (PTH > 100 pg/mL).Além disso, a literatura indica que abordagens baseadas em fisioterapia motora e carga mecânica podem auxiliar no ganho de peso e densidade óssea, embora ainda faltem padronização e avaliações de segurança a longo prazo para sua adoção clínica rotineira. Os autores concluem que uma abordagem multidisciplinar individualizada continua sendo fundamental para mitigar essa condição multifatorial em unidades neonatais.

Prematuridade Extrema e Estado Hiperosmolar

Prematuridade Extrema e Estado Hiperosmolar

Paulo R. Margotto e Marta David Rocha de Moura.

O texto aborda o estado hiperosmolar e a hipernatremia em recém-nascidos de extremo baixo peso e prematuridade extrema durante as primeiras horas de vida. Explica-se que a principal causa desse desequilíbrio metabólico é a evaporação transcutânea combinada com a imaturidade renal do bebê. O tratamento adequado exige a reposição cuidadosa de água livre utilizando soluções hipotônicas, com fórmulas específicas para calcular o déficit hídrico. Além disso, desaconselha-se o uso de soro fisiológico a 0,9% para baixar o sódio, reservando-o exclusivamente para casos de choque ou instabilidade circulatória. Por fim, destaca-se que a administração de corticosteroides pela mãe atua como um fator protetivo ao melhorar a integridade da pele neonatal.

Associação entre HIPONATREMIA PRECOCE e diagnósticos neurológicos em bebês com asfixia perinatal.

Associação entre HIPONATREMIA PRECOCE e diagnósticos neurológicos em bebês com asfixia perinatal.

Association between early hyponatremia and neurological diagnoses in infants with perinatal asphyxia.Viitaharju N, Helenius K, Löyttyniemi E, Singh B, Parikka V.Eur J Pediatr. 2026 Aug 11;185(9):656. doi: 10.1007/s00431-026-07325-3.PMID: 42581167. Finlândia.

Realizado por Paulo R. Margotto

Este estudo clínico investiga a relação entre a hiponatremia precoce e o surgimento de distúrbios neurológicos em recém-nascidos que sofreram asfixia perinatal. Através de uma análise retrospectiva de longo prazo, os pesquisadores observaram que níveis baixos de sódio nas primeiras 72 horas de vida estão fortemente ligados a diagnósticos futuros de paralisia cerebral, epilepsia e deficiências auditivas. O trabalho destaca que a gravidade da redução do sódio é um fator determinante, pois casos de hiponatremia profunda apresentaram maior probabilidade de óbito ou atrasos no desenvolvimento. Além disso, a pesquisa associa o desequilíbrio de fluidos e o ganho de peso inicial, muitas vezes exacerbados pela hipotermia terapêutica, como elementos críticos no cuidado desses pacientes. Em suma, os dados sugerem que monitorar os níveis de sódio pode servir como um importante indicador para o prognóstico neurológico de bebês sob risco.

Hiperglicemia e infecção em prematuros extremos

Hiperglicemia e infecção em prematuros extremos

Palestra Proferida pelo Dr. Paolo Manzoni (Itália) no IX Encontro Internacional de Neonatologia ocorrido em Gramado (3 a 5/4/2025).

Realizado por Paulo R. Margotto

A hiperglicemia se relaciona com a infecção através do aumento da adesão dos patógenos, aumento da formação de biofilmes (há um substancial aumento do biofilme com concentrações de glicose entre 200 a 240mg%), promoção da inflamação através da glicólise e pode estar relacionada com  baixa IGf-1. A oferta parenteral alta de glicose a recém-nascidos infectados acelera glicólise celular imune, levando a um excesso de inflamação e sepse. Hiperglicemia (180mg%) é um potente, independente fator de risco para mortalidade na sepse neonatal tardia (OR; 2,6 com IC a 95% de 1,1-6,1 –p=0,021). A hiperglicemia  associou-se também com  a ocorrência de  infecções fúngicas sistêmicas  com risco extremamente alto (4 vezes: OR=3,95-IC de 1,188+6,892- P=0,002)   em relação à hiperglicemia no grupo com sepse tardia bacteriana. Todo esse processo é mediada pelo aumento do biofilme através do ambiente hiperglicêmico, NÃO SENDO VERDADEIRO PARA GRAM NEGATIVOS). A hiperglicemia também se associa a severa retinopatia da prematuridade (6,44 vezes!). A estabilidade glicêmica nos primeiro 3-5 dias de vida  na UTI nos  recém-nascido prematuros de muito baixo peso deve ser mantida, devido ao aumento do risco de infecção e outras morbimortalidades. Evitar a infecção nesses bebês é fundamental.

Três é melhor que dois: eficácia relacionada à dose do gel de dextrose para hipoglicemia neonatal em bebês de risco, uma iniciativa de melhoria da qualidade

Três é melhor que dois: eficácia relacionada à dose do gel de dextrose para hipoglicemia neonatal em bebês de risco, uma iniciativa de melhoria da qualidade

Three is Better Than Two: Dose–related Efficacy of Dextrose Gel for Neonatal Hypoglycemia in At-Risk Infants, a Quality Improvement Initiative. Gao M, Jin J, Schon J, Kelly E, Osorio SN, Hemway RJ, Iyare A, Perlman J, Tiwari P.J Perinatol. 2025 Apr 12. doi: 10.1038/s41372-025-02298-x. Online ahead of print.PMID: 40221610. Estados Unidos.

Realizado por Paulo R. Margotto.

 

O gel de dextrose oral a 40% é um tratamento não invasivo e econômico que pode reverter a hipoglicemia neonatal em neonatos de risco. A abordagem clínica para hipoglicemia neonatal consistia até duas doses de gel de dextrose em conjunto com alimentação enteral como modalidade de tratamento primário para nossa população-alvo de bebês em risco glicemia (≤40 nas primeiras 4 h ou ≤45 após as primeiras 4 h. Duas doses de gel de dextrose em bebês não produziram nenhuma alteração observável nas medidas de desfecho. No entanto, o aumento da dosagem para um MÁXIMO DE TRÊS DOSES resultou em uma redução significativa no número total de internações  de maior gravidade na Unidade de Enfermagem Neonatal de alta acuidade que cuida de bebês que requerem cuidados médicos adicionais, mas não atendem aos cuidados de nível de UTI neonatal, alem de diminuiu o número total de bebês de risco internados nesse setor. Portanto, três doses de gel de dextrose administradas a bebês de risco com hipoglicemia neonatal reduziram a necessidade de intervenção adicional, sugerindo a eficácia do gel de dextrose relacionada à dose no alívio das consequências da hipoglicemia neonatal.

 

MONOGRAFIA NEONATOLOGIA-2025-HMIB (APRESENTAÇÃO): Avaliação Do Tratamento de Hipoglicemia em Pacientes Internados em Alojamento Conjunto de um Hospital Materno Infantil de Brasília

MONOGRAFIA NEONATOLOGIA-2025-HMIB (APRESENTAÇÃO): Avaliação Do Tratamento de Hipoglicemia em Pacientes Internados em Alojamento Conjunto de um Hospital Materno Infantil de Brasília

Amanda Batista Alves. Coordenação: Carlos Alberto Moreno Zaconeta

Trata-se de um estudo observacional, transversal e prospectivo a partir de coleta de dados referentes aos prontuários dos recém-nascidos de risco para hipoglicemia nascidos na Unidade de Neonatologia do HMIB. Os pacientes que receberam gel de dextrose 40% apresentaram melhora da glicemia na primeira vez que receberam o gel, não necessitando de repetir dose. A média de aumento de glicemia nos pacientes que utilizaram gel de dextrose foi de 14,3 mg/dL (desvio padrão de ± 6,6) enquanto a média do aumento de glicemia com complemento foi de 5,5 mg/dL (desvio padrão de ± 0,5.  O uso do gel de dextrose a 40% ajuda no tratamento da hipoglicemia, o que corrobora com menores taxas de hospitalização Na UTI Neonatal.O gel de dextrose é eficaz, bem tolerado por bebês, fácil de administrar, inclusive pelos pais, e é barato. Além disso, é uma opção de tratamento com menor probabilidade de interromper o início da amamentação e de levar à separação mãe-bebê.

Suplementação oral de sódio no crescimento e hipertensão arterial em prematuros: um estudo de coorte observacional

Suplementação oral de sódio no crescimento e hipertensão arterial em prematuros: um estudo de coorte observacional

Oral sodium supplementation on growth and hypertension in preterm infants: an observational cohort study.Petersen RY, Clermont D, Williams HL, Buchanan P, Hillman NH.J Perinatol. 2024 Oct;44(10):1515-1522. doi: 10.1038/s41372-024-02088-x. Epub 2024 Aug 5.PMID: 39103473. Estados Unidos.

Realizado por Paulo R. Margotto.

Estudos mostraram que um balanço negativo de sódio é prejudicial para o crescimento e o neurodesenvolvimento. Neste estudo de coorte retrospectivo de bebês prematuros nascidos com menos de 32 semanas de idade gestacional, a suplementação enteral de sódio foi associada a melhor ganho de peso, melhor crescimento do perímetro cefálico, melhora dos níveis séricos de sódio sem aumento de hipernatremia ou hipertensão. Não houve correlação entre os níveis de sódio na urina e os níveis séricos ou com o crescimento, e eles podem ter uso limitado em neonatos com néfrons imaturos. Em prematuros com baixo ganho de peso, a adição de suplementação enteral de sódio pode melhorar o sódio corporal geral e o crescimento sem riscos aparentes no período neonatal. Segundo Segar JL (nos complementos),  pensar no sódio como um nutriente.

Uso profilático de gel de dextrose em recém-nascidos com risco de hipoglicemia

Uso profilático de gel de dextrose em recém-nascidos com risco de hipoglicemia

Prophylactic dextrose gel use in newborns at risk for hypoglycemia. Devarapalli V, Niven M, Canonigo J, Spray B, Avulakunta I, Beavers J, Andrews J, Dumpa V.J Perinatol. 2024 Oct 3. doi: 10.1038/s41372-024-02133-9. Online ahead of print.PMID: 39363038.

Realizado por Paulo R. Margotto.

A hipoglicemia foi definida foi  como qualquer nível <45 mg/dL. O gel de dextrose estava disponível em seringas pré-cheias de 3 ml como um gel de glicose a 40%.  Uma dose de 0,5 mL/kg do gel foi tomada em um dedo enluvado e massageada na mucosa bucal, alternando os lados até completar. Se a glicemia fosse <25 mg/dL em qualquer momento, os bebês eram internados na UTIN para dextrose IV. Para níveis entre 25 e 44 mg/dL, outro gel de dextrose era administrado pela via bucal após as mamadas. Se os níveis de glicemia estivessem abaixo de 45 mg/dL após três géis de dextrose, os bebês eram internados na UTIN para dextrose IV. Um quarto gel poderia ser administrado com base no critério do médico enquanto aguardava a admissão na UTIN. Este foi um estudo retrospectivo de Centro único, pré e pós-intervenção, projetado para comparar duas coortes. A primeira coorte compreendeu recém-nascidos com risco de hipoglicemia nascidos antes da implementação do gel de dextrose profilático (1º de janeiro de 2015 a 30 de abril de 2018) e a segunda coorte compreendeu recém-nascidos com os mesmos fatores de risco nascidos após a implementação do gel de dextrose profilático (1º de janeiro de 2019 a 30 de maio de 2023). O resultado clinicamente mais relevante do estudo atual é uma redução na taxa de admissões na UTIN secundárias à hipoglicemia. As admissões na UTIN para dextrose IV diminuíram de 6,5% para 2,7% com o uso de gel dextrose como medida preventiva (o uso intravenoso de dextrose pode resultar em um rápido aumento nos níveis de glicose no sangue, e as flutuações nos níveis de glicose no sangue têm sido associadas ao comprometimento neurossensorial na primeira infância). A melhora das taxas de uso exclusivo de leite materno na alta é outra vantagem significativa do uso de gel de dextrose profilático.

Níveis de lactato no sangue durante hipotermia terapêutica e resultado do neurodesenvolvimento ou morte aos 18-24 meses de idade em neonatos com encefalopatia hipóxico-isquêmica moderada e grave

Níveis de lactato no sangue durante hipotermia terapêutica e resultado do neurodesenvolvimento ou morte aos 18-24 meses de idade em neonatos com encefalopatia hipóxico-isquêmica moderada e grave

Blood Lactate Levels during Therapeutic Hypothermia and Neurodevelopmental   Outcome or Death at 18–24 Months of Age in Neonates with Moderate and Severe Hypoxic–Ischemic Encephalopathy. Boerger W, Mozun R, Frey B, Liamlahi R, Grass B, Brotschi B.Neonatology. 2024 Jun 7:1-10. doi: 10.1159/000538879. Online ahead of print.PMID: 38852586. Suíça.Artigo Grátis!

Realizado por Paulo R. Margotto.

A maioria dos neonatos cujo lactato sanguíneo diminuiu ≤ 2 mmol/L nas primeiras 96 horas de vida teve um resultado do neurodesenvolvimento  favorável aos 18–24 meses de idade. Isso sugere que o lactato sanguíneo pode desempenhar um papel importante em modelos de predição que avaliam o resultado do neurodesenvolvimento a longo prazo após encefalopatia hipóxico-isquêmica e tem a vantagem de ser um parâmetro não caro que está prontamente disponível à beira do leito e pode ser medido de forma fácil e frequente. O lactato sanguíneo é um biomarcador geralmente disponível à beira do leito em UTINs, fácil e rápido de medir. A hiperlactatemia foi definida como um valor de lactato >2 mmol/L. Neste estudo, dois terços dos neonatos com EHI moderada ou grave tiveram um resultado do neurodesenvolvimento l favorável aos 18–24 meses de idade.  Esses neonatos apresentaram níveis iniciais e máximos de lactato sanguíneo mais baixo durante a HT do que neonatos com resultado desfavorável. A hiperlactatemia ASSOCIOU-SE a uma maior incidência de convulsões eletrográficas e correlacionada com a gravidade da encefalopatia (também demonstrada na era pré-HT. Tem sido demonstrado que lactato cerebral seria elevado em regiões de lesão cerebral com   uma forte correlação entre lactato sérico e lactato cerebral nos gânglios da base, tálamo e região da substância cinzenta em neonatos com dano cerebral moderado a grave.