Mês: março 2018

Desenvolvimento Neurológico de Crianças Tratadas com Resfriamento da Cabeça Após Asfixia Neonatal

Desenvolvimento Neurológico de Crianças Tratadas com Resfriamento da Cabeça Após Asfixia Neonatal

Malcolm R. Battin, Anne Dezoete, Tania R. Gunn, Peter D. Gluckman, Alistair J. Gunn. Apresentação: Dr.  Fabiano Cunha Gonçalves.

Apresentação: Dr.  Fabiano Cunha Gonçalves.
Coordenação : Dra.  Ana Maria de Castro Paula.
Unidade de Neonatologia – Hospital Regional da Asa Sul-HRAS-DF

Hipotermia sistêmica após encefalopatia neonatal: resultados do neo.nEuro.network RCT

Hipotermia sistêmica após encefalopatia neonatal: resultados do neo.nEuro.network RCT

Georg Simbruner, Rashmi A. Mittal, Friederike Rohlmann, Rainer Muche and  neo.nEURO.network Trial Participants. Apresentação: Fábio Coelho Neto; Márcio Ramos; Thiago Rocha Moura.
Pediatrics 2010;126;e771

Apresentação: Fabio Coelho Neto; Márcio Ramos; Thiago Rocha Moura.
Coordenação: Paulo R. Margotto/Márcia Pimentel de Castro

Remédio ineficaz – Corticoide não trata problemas respiratórios em prematuros tardios

Remédio ineficaz – Corticoide não trata problemas respiratórios em prematuros tardios

Pesquisa Online-FAPESP.
Effectiveness of antenatal corticosteroids in reducing respiratory disorders in late preterm infants: randomised clinical trial. Porto AM, Coutinho IC, Correia JB, Amorim

MM.BMJ. 2011 Apr 12;342:d1696. doi: 10.1136/bmj.d1696.PMID:21487057[PubMed – indexed for MEDLINE] Free PMC Article. ARTIGO INTEGRAL

Síndrome do lúpus eritematoso sistêmico neonatal: uma revisão abrangente

Síndrome do lúpus eritematoso sistêmico neonatal: uma revisão abrangente

De Vanoni F et al, Suiça, 2017, Apresentado pelo Dr. Paulo Henrique P Monteiro, R2 em Pediatria do Hospital Universitário de Brasília, sob Coordenação da Prof. Dra. Márcia Pimentel de Castro. A incidência de lupus eritematoso neonatal nos filhos de mães com perfil sorológico é de aproximadamente 2%, com  taxa de recorrência em gravidez subsequentes é em torno de 20%, afetando ambos os sexos (menos de 5% dos bebês com lupus eritematoso neonatal desenvolvem lupus sistêmico na adolescência ou na idade de adulto jovem).Importante: Se houver uma gestação prévia complicada com síndrome do lupus neonatal, esse risco aumenta em 10x (20%), na próxima gestação. O diagnóstico sindrômico ocorre quando:presença dos autoanticorpos maternos e recém-nascido com bloqueio atrioventricular, rash típico ou manifestações hepáticas ou hematológicas sem outra explicação (vejam as imagens da lesões no artigo, muitas vezes confundidas com eczema, tocotraumatismo e infecção!). O bloqueio atrioventricular congênito (com coração normal) é a manifestações cardíaca mais comum e comumente se desenvolve entre a 18a  e 26a  semana de idade gestacional, podendo ocorrer depois de 26/30 semanas. Em 5-10% destes pacientes podem desenvolver cardiomiopatia.O desenvolvimento do lupus neonatal é independente de amamentação.Logo, em mães com presença dos autoanticorpos ou cujos  filhos são afetados com lupus neonatal, a amamentação  não deve ser desencorajada. Na prevenção da doença cardíaca, a hidroxicloroquina que não tem toxicidade fetal, diminui o risco do desenvolvimento do lupus neonatal cardíaco quando se tem história prévia: 450mg/dia via oral. Deve ser iniciada entre a 6ª e a 10ª semana de gravidez em mulheres que ainda não fazem uso de tratamento prévio