Categoria: Distúrbios Metabólicos

Impacto da exposição diurética precoce versus tardia na doença óssea metabólica e no crescimento em neonatos prematuros.

Impacto da exposição diurética precoce versus tardia na doença óssea metabólica e no crescimento em neonatos prematuros.

Impact of Early Versus Late Diuretic Exposure on Metabolic Bone Disease and Growth in Premature Neonates. Orth LE, O’Mara KL.J Pediatr Pharmacol Ther. 2018 Jan-Feb;23(1):26-33. doi: 10.5863/1551-6776-23.1.26.PMID: 29491749 Free PMC article. Artigo Gratuito!

APRESENTAÇÃO: Antonio Thiago de Souza Coelho, Coordenação: Miza Vidigal.

  • Estudo não identificou diferenças estatisticamente significativas entre a incidência de DMO em pacientes que receberam doses consecutivas de diuréticos durante as primeiras 2 semanas de vida versus aqueles iniciados com diuréticos após 2 semanas de vida.
  • Os resultados indicaram que o início precoce pode aumentar a magnitude das anormalidades eletrolíticas em neonatos prematuros e pode reduzir a velocidade de crescimento em relação ao comprimento.
  • O início tardio não parece causar qualquer perda dos benefícios pulmonares teóricos da terapia diurética em pacientes com doença respiratória.
  • Os achados devem ser levados em consideração ao determinar a necessidade de terapia diurética em bebês de muito baixo peso no primeiro mês de vida. Um estudo maior, prospectivo e randomizado é necessário para validar esses resultados e ajudar a determinar seu impacto na prática clínica.
Análise dos Fatores de Risco da Prevenção da Doença Metabólica Óssea da Prematuridade (PAPEL DO ALUMINIO NA NUTRIÇÃO PARENTERAL!)

Análise dos Fatores de Risco da Prevenção da Doença Metabólica Óssea da Prematuridade (PAPEL DO ALUMINIO NA NUTRIÇÃO PARENTERAL!)

Risk factors analysis and prevention of metabolic bone disease of prematurity.Chen W, Yang C, Chen H, Zhang B.Medicine (Baltimore). 2018 Oct;97(42):e12861. doi: 10.1097/MD.0000000000012861.PMID: 30334994 Free PMC article. Artigo Livre!

Apresentação: Flávia Moura (R3 Neonatologia ). Coordenação: Miza Vidigal. Revisão e Complementação: Paulo R. Margotto.

DOENÇA METABÓLICA ÓSSEA (DMO) é uma doença grave que afeta o desenvolvimento físico de bebês prematuros a curto e longo prazo; Nascimento prematuro, falta de NET e deficiência precoce de VitD são os principais fatores de risco para DMO; Para a prevenção e o tratamento da DMO, é importante garantir o cuidado perinatal, prevenir ativamente o parto prematuro e aumentar de forma adequada a ingestão equilibrada de cálcio, fósforo e VitD no terceiro trimestre da gravidez; No período pós-natal inicial, minerais suficientes devem ser fornecidos para bebês prematuros por meio de nutrição parenteral, e fazer a transição para nutrição enteral total o mais rápido possível;  a suplementação oral de cálcio, fósforo e VitD é necessária quando a nutrição enteral é estabelecida pela primeira vez.

Nos Complementos: o papel do alumínio na Nutrição Parenteral! A ingestão diária de alumínio na nutrição parenteral dos bebês de 750g  foi calculada em 322 μg / kg! Para os bebês de 1250g, foi de 450 ug / kg e para os bebês de 1000g, 602 ug / kg!  As quantidades diárias de alumínio recebidas por bebês prematuros em  soluções de nutrição parenteral devem ser calculadas e tentadas ser mantidas abaixo do limite recomendado pelo FDA de 5 ug / kg / dia.

Quando o alumínio se acumula a um nível alto o suficiente, a formação do osso está bloqueada e osteomalácia se desenvolve, aumentando o risco de fratura. Foi demonstrado em bebês pré-termo recebendo nutrição parenteral deposição excessiva de alumínio na superfície mineralizada do osso, o que afeta a atividade dos osteoblastos e dificulta a formação óssea, levando à osteomalácia;pacientes que tinham recebido nutrição parenteral  padrão com alto teor de alumínio apresentaram menor conteúdo mineral ósseo na coluna lombar. Os pacientes  que receberam o mais alto teor de alumínio apresentaram menor conteúdo mineral ósseo em seus quadris. Metanálises sugeriram uma associação entre exposição a alta concentração de alumínio e doença de Alzheimer a longo prazo.

USE O MENOR TEMPO POSSÍVL A NUTRIÇÃO PARENTERAL TOTAL E CONSIGA O QUANTO ANTES A NUTRIÇÃO ENTERAL PLENA

Doença Metabólica Óssea da Prematuridade

Doença Metabólica Óssea da Prematuridade

Miza Vidigal, Paulo R. Margotto.

Capítulo do livro Assistência ao Recém-Nascido de Risco, 4ª Edição, HMIB/SES/DF, Brasília, 2021.

Apresentação: Flávia Moura. Coordenação: Miza Vidigal.

-Inicia-se por volta da quarta semana de vida: hipomineralização óssea, mas sem sinais radiológicos

-Não tem um quadro clínico característico, sendo mais observado um déficit de crescimento após  a sexta semana de vida;

-Sinais radiológicos somente quando  já ocorreu redução da densidade óssea, com perda de 40% dos minerais do osso.

-Quadro clínico clássico entre 2 e 4 meses de vida e caracteriza-se por sinais de raquitismo:

-achatamento posterior do crânio;

-espessamento das junções condrocostais;

-alargamento das porções distais do rádio e da ulna;

-aumento da fontanela anterior.

Papel do bicarbonato de sódio no tratamento da acidose metabólica neonatal: benéfico ou não

Papel do bicarbonato de sódio no tratamento da acidose metabólica neonatal: benéfico ou não

 

Role of Sodium Bicarbonate to Treat Neonatal Metabolic … Manifa Afrin  J Bangladesh Coll Phys Surg 2017; 35: 80-85.  https://doi.org/10.3329/jbcps.v35i2.33368.

Apresentação: Jamille Coutinho Alves. Coordenação: Miza Vidigal e Paulo R. Margotto. Residência Medica em Neonatologia/HMIB/SES/DF (30 Anos!)

O tratamento da academia metabólica com bicarbonato de sódio, uma prática que vem desde os anos 50, permanece ainda comum em muitas Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica e Salas de Cirurgia. No entanto essa prática continua gerando um grande debate. A administração de bicarbonato de sódio causa um aumento imediato e transitório na produção de CO2 não metabólico, bem como um ligeiro aumento no pH plasmático e osmolalidade séricos, que leva a um fluxo do intra para o extracelular. O CO2 gerado se difunde rapidamente através das membranas celulares, causando uma acidose intracelular e a molécula de bicarbonato não. Assim, a administração desta base pode ser contraproducente, adicionando, ao invés de combater a acidose intracelular. A gasometria arterial não reflete exatamente o que está ocorrendo nos tecidos. O bicarbonato exacerba a lesão de cardiomiócitos e deprime a função cardíaca em pacientes com isquemia miocárdica em curso e/ou lesão renal aguda. No pré-termo associa-se à hipernatremia e morte, além da diminuição significativa do cálcio ionizado.  O bicarbonato de sódio causa aumentos significativos na pressão parcial de CO2 arterial em pacientes em ventilação mecânica. Todas as revisões de uso de bicarbonato em reanimação de neonatos concluíram que o tratamento é mais provável levar a problemas como acidose intracelular e hiperosmolalidade, do que para facilitar a reanimação. Assim, o neonatologista deve articular objetivos terapêuticos específicos e meta para reduzir a acidose no microambiente. O clínico deve evitar a infusão bicarbonato de sódio desnecessário sem justificativa. Nos complementos, a oxigenação, ventilação, melhora de contratilidade cardíaca, correção de anemia e manutenção de estabilidade hemodinâmica seria de maior importância do que a administração de bicarbonato de sódio para a correção de acidose secundaria a hipoxemia e à asfixia. Nós médicos frequentemente somos compelidos a usar o bicarbonato de sódio, pois temos que fazer alguma coisa. Ah! Na minha experiência dá certo: “A experiência é a capacidade de cometer o erro repetidamente com uma segurança cada vez maior”. Segundo Hipocrates (ano 430 Ac): Pratique duas coisas ao lida com as doenças; auxilie ou não prejudique o paciente.

Utilidade do anion gap no diagnóstico diferencial da acidose metabólica

Utilidade do anion gap no diagnóstico diferencial da acidose metabólica

Minding the GapUtility of the Anion Gap in the Differential Diagnosis of Metabolic Acidosis. Bell SG.Neonatal Netw. 2017 Jul 1;36(4):229-232. doi: 10.1891/0730-0832.36.4.229.PMID: 28764826.

Apresentação: Jamille (R3 em Neonatologia). Coordenação: Miza Vidigal e Paulo R. Margotto.

O anion gap é útil para determinar a causa da acidose metabólica, classificando a acidose metabólica em  Acidose anion gap (anion gap aumentado) e Acidose não anion gap (anion gap é normal). Anion gap é a diferença nos cátions (sódio [Na]+) e ânions (cloreto [Cl]- e HCO3- ) medidos no soro ou plasma (reflete os íons ácidos não medidos ou não contabilizados, incluindo proteínas séricas, fosfatos, sulfatos e ácidos orgânicos, bem como os cátions: potássio sérico, cálcio e magnésio no fluido extracelular). Em casos de acidose metabólica com  anion gap aumentado, o Cl- sérico está dentro da faixa normal (97-110 mEq / L). Entre as causas mais comuns: acidose láctica associada à diminuição da perfusão tecidual, erros inatos do metabolismo. Acidose com anion gap normal e Cl- sérico, a ácidose é hiperclorêmica. Entre as causas mais comuns: acidose tubular renal, diarreia. Quando considerado em conjunto com a história clínica e os valores laboratoriais associados, o anion gap pode fornecer uma pista que leva o médico a um diagnóstico definitivo e ao manejo apropriado da acidose metabólica. Nos complementos: acidose metabólica com anion gap elevado, na ausência de lactato elevado deve ser prontamente investigada outras causas de acidose orgânica como resultados de erros inatos de metabolismo (Lorenz, 1999). Valores normais: 8-16mEq/L quando não inclui o K+ e 10-20mEq/L quando inclui o K+ (Schillaci l, 2018). Acidose metabólica com anion gap > 16 é um dos achados laboratoriais mais específicos de erros inatos do metabolismo. Quanto ao lactato em Neonatologia: elevado >4-5mmol/L há uma forte correlação entre lactato umbilical venoso e arterial do cordão umbilical, devendo ser realizado imediatamente (pode aumentar em 70%, principalmente se leucocitose e hematócrito elevado). Quanto à hipotermia e pH e PaCO2: Durante a hipotermia (33°C), pH se elevará a 7.5 e PaCO2 baixará para 34 mmHg (a solubilidade de um gás dentro de um líquido diminui quando se diminui a temperatura).

Hipernatremia Neonatal Grave e Lesão Renal Aguda Associada à Falha de Lactação

Hipernatremia Neonatal Grave e Lesão Renal Aguda Associada à Falha de Lactação

Extreme Neonatal Hypernatremia and Acute Kidney Injury Associated with Failure of Lactation.

Tomarelli G, Arriagada D, Donoso A, Diaz F.J Pediatr Intensive Care. 2020 Jun;9(2):124-127. doi: 10.1055/s-0039-3400469. Epub 2019 Nov 26.PMID: 32351767.

Apresentação: Luciana Trindade (R3 em Neonatologia no HMIB/SESDF). Coordenação: Paulo R. Margotto,   Marta David Rocha de Moura.

Uma das causas mais importantes de hipernatremia neonatal é a hipoalimentação, com variável incidência nas Admissões. No entanto, tem sido relatado que 35% dos neonatos com perda de peso superior a 10% do peso de nascimento nos primeiros dias de vida, em aleitamento materno exclusivo desenvolvem hipernatremia. Os autores desse estudo descrevem um recém-nascido amamentado exclusivamente, que desenvolveu hipernatremia extrema e insuficiência renal aguda, com discussão da abordagem diagnóstica e terapêutica. Com 5 dias perda de mais de 10% do peso ao nascer e com 20 dias, 33%. Em aleitamento materno adequado cada 2-3 horas, ser perdas renais e gastrintestinais e mãe sem depressão materna pós-parto. Sódio sérico do bebê: 213 mEq/L. Considerando a gravidade clínica, foi medida a concentração de sódio no leite materno, que era 70mEq/L (normal: < 7mEq/L). Bebê te que ser submetido à diálise peritoneal (indicada se hipernatremia oligúrica ou anúrica e na intoxicação salina). Alta com 21 dias e com 1 ano neurodesenvolvimento normal. A alta concentração de sódio no LM dos neonatos com desidratação hipernatrêmica com suspeita de hipoalimentação aumenta a questão se a maior ingesta de sódio enteral é a causa de todo o quadro clínico (volume de leite ingerido é inversamente proporcional à concentração de sódio no leite materno). As causas comuns de alta concentração de sódio no leite materno são fibrose cística, mastite, lesão de mamilo, mastopatia fibrocística (no entanto esses achados não foram detectados nesse neonato!). Nível plasmático de sódio acima de 200mEq/L não é explicado apenas por perda de água livre, sendo usualmente  associado ao aumento da ingesta de sódio. Neste paciente a hipernatremia severa foi devido a uma falha de lactogênese (hipoalimentação) e também por uma alta ingestão de sódio. Nos complementos: já em 1980 Anand et al consideraram que aumento da concentração de sódio no leite humano (devido à diminuição da produção de leite materno e / ou maturação retardada) deve ser considerado entre as causas de hipernatremia neonatal. A falha em diagnosticar a desidratação hipernatrêmica pode ter consequências graves, incluindo convulsões, hemorragia intracraniana, trombose vascular e morte. Uma perda de peso  >_10% em 96% associou-se à hipernatremia! A maioria dessa causa de hipernatremia pode ser prevenida pela identificação de irregularidades na amamentação na presença de perda excessiva de peso. Há uma relação inversa entre a concentração de sódio no leite humano e a ingesta de leite humano pelos bebês. Conclui-se que uma alta concentração de sódio no leite humano pode ser preditiva de falha de lactação iminente, mas não é uma indicação para interromper a amamentação. A amamentação ainda é crucialmente benéfica para o bebê e deve ser fortemente defendida.

 

Malformações cardiovasculares em crianças de mães diabéticas: um estudo de caso – controle retrospectivo

Malformações cardiovasculares em crianças de mães diabéticas: um estudo de caso – controle retrospectivo

Cardiovascular Malformations in Infants of Diabetic Mothers: A Retrospective Case-Control Study.Akbariasbagh P, Shariat M, Akbariasbagh N, Ebrahim B.Acta Med Iran. 2017 Feb;55(2):103-108.PMID: 28282706 Free article. Artigo Livre!

Apresentação: Gabriela Rabelo Cunha. R4 – Medicina Intensiva Pediátrica do Hospital Materno Infantil de Brasília.Coordenação: Nathalia Bardal.Revisão: Paulo R. Margotto.

  • A prevalência de anomalias cardiovasculares para todos os tipos de malformações em bebês nascidos de mães diabéticas foi de 42,8% e a incidência de outras doenças, como defeito do septo ventricular, defeito do septo atrial, deslocamento de grandes vasos mediastinais e atresia de válvula foi estimada em 11,4%. Interessante que 19% não apresentaram nenhum sintoma, enfatizando a importância do acompanhamento desses recém-nascidos. Nos complementos, informações recentes mostram que mais de 50% destas malformações afetam o sistema nervoso central (OR= 1.55, 95%, IC: 1.13–2.13- 10x mais para holoprosencefalia!) e o cardiovascular (OR= 2.20, 95%, IC: 1.88–2.58) principalmente se diabetes preexistente (200 vezes ais de ocorrência de síndrome de regressão caudal!). O diabetes mellitus gestacional pode constituir uma possível diabetes mellitus  tipo 2 apenas diagnosticada durante a gravidez. A hiperglicemia e a causa da dismorfogênese (repercussões nas fases iniciais da cardiogênese). Como o controle glicêmico antes da gravidez está associado a um risco reduzido de defeitos congênitos, o cuidado contínuo de qualidade para pessoas com diabetes é uma oportunidade importante de prevenção
Uma abordagem fisiológica para o manejo de líquidos e eletrólitos do bebê prematuro: Revisão

Uma abordagem fisiológica para o manejo de líquidos e eletrólitos do bebê prematuro: Revisão

physiological approach to fluid and electrolyte management of the preterm infantReview.Segar JL.J Neonatal Perinatal Med. 2020;13(1):11-19. doi: 10.3233/NPM-190309.PMID: 31594261.

Apresentação: Antonio Thiago de Souza Coelho. Coordenação: Carlos Zaconeta.

  • A manutenção da homeostase de líquidos e eletrólitos é essencial para obter resultados ideais em prematuros. O reconhecimento e a compreensão dos fatores fisiológicos e ambientais que influenciam as necessidades de água e eletrólitos são vitais para quem presta assistência a essa população vulnerável.
  • Qualquer abordagem racional à terapia com líquidos e eletrólitos deve permitir um atendimento individualizado, considerando as mudanças dependentes da idade gestacional e pós-natal nas necessidades de água e sal.
  • Pesquisas e reavaliações contínuas das doses recomendadas de líquidos e sódio atualmente são necessárias para melhorar os resultados a longo prazo de prematuros.
Incidência e fatores de risco para hipoglicemia durante a transição feto-neonatal em prematuros

Incidência e fatores de risco para hipoglicemia durante a transição feto-neonatal em prematuros

Incidence and Risk Factors for Hypoglycemia During Fetal-to-Neonatal Transition in Premature Infants.Mitchell NA, Grimbly C, Rosolowsky ET, O’Reilly M, Yaskina M, Cheung PY, Schmölzer GM.Front Pediatr. 2020 Feb 11;8:34. doi: 10.3389/fped.2020.00034. eCollection 2020.PMID: 32117839. Free PMC Article.Similar articles. ARTIGO LIVRE!

Tatiane Martins Barcelos – R4 Neonatologia – HMIB/SES/DF. Coordenação: Marta David Rocha de Moura.

A incidência de hipoglicemia em RNPT  IG <33 semanas foi de 33,7%. ´O fator de risco associado ao desenvolvimento de hipoglicemia foi a hipertensão materna, enquanto a administração pré-natal de sulfato de magnésio e estar em trabalho de parto no momento do nascimento foram fatores de proteção. ´Devido à alta incidência de hipoglicemia na população prematura, recomendamos fornecer infusão de glicose o mais rápido possível após o nascimento, além de estabelecer triagem e tratamento contínuos de acordo com  protocolos .

 

 

Doença metabólica óssea (DMO) da prematuridade em recém-nascidos de muito baixo peso; estudo observacional retrospectivo

Doença metabólica óssea (DMO) da prematuridade em recém-nascidos de muito baixo peso; estudo observacional retrospectivo

Metabolic Bone Disease of Prematurity in Very Low irthweight InfantsRetrospective Observational Study].Costa R, Franco C, Santos N, Maio P, Vieira F, Antunes S, Martins L, Tuna ML.Acta Med Port. 2019 Aug 1;32(7-8):536-541. doi: 10.20344/amp.10994. Epub 2019 Aug 1. Portuguese.PMID: 31445534.Free Article.Similar. Artigo Livre em Português.

Apresentação:Coordenação: Luciana Rodrigues Costa de Bulhões (R4 UTE Pediátrica do HMIB). Coordenação: Miza Vidigal

Valores fosfatase alcalina (FA) > 900 UI/L associados à hipofosfatemia < 5,5 mg/dL [< 1,8 mmol/L] ou FA > 600 UI/L com tendência crescente e hipofosfatemia persistente < 5,5 mg/dL nas avaliações seriadas sugerem, de forma precoce  DMO. Quando fazer a triagem, segundo Cléa Leone (SP)  em comunicação pessoal, deve ser realizada na 3ª  semana de vida se esses bebês na sua Unidade recuperam o peso de nascimento até o 10º ou 11º dia de vida. Estimular a realização de exercício físico nesses bebes 2 vezes por dia por 4-8 semanas, havendo decréscimos significativamente velocidade óssea do som em 4 semanas – p = 0,026 (decréscimos significativamente velocidade óssea do som em 4 semanas (p = 0,026).