Categoria: Urgências Cirúrgicas

A experiência de amamentação em crianças com hérnia diafragmática congênita ou atresia de esôfago

A experiência de amamentação em crianças com hérnia diafragmática congênita ou atresia de esôfago

The experience of breastfeeding infants affected by congenital diaphragmatic hernia or esophageal atresia.Salvatori G, Foligno S, Massoud M, Piersigilli F, Bagolan P, Dotta A.Ital J Pediatr. 2018 Jul 3;44(1):75. doi: 10.1186/s13052-018-0509-6.PMID: 29970173.Free PMC Article.Similar articles. Artigo Livre!

Apresentação: Letícia Rodrigues de Moraes,R4 em Neonatologia do HMIB/SES/DF. Coordenação: Carlos Alberto Zaconeta.

A porcentagem de aleitamento materno exclusivo e complementar para crianças operadas para  atresia de esôfago (EA) e  hérnia diafragmática congênita (CDH) é baixa tanto durante a internação quanto após a alta hospitalar.  Estas taxas permanecem baixas após três meses de vida. Crianças com EA são amamentadas em menor frequência em comparação com aqueles com CDH.As principais barreiras à amamentação provavelmente estão relacionadas à cirurgia e ao curso perioperatório. Esse estudo mostra que é necessário melhorar as taxas de amamentação em recém-nascidos submetidos a cirurgia para CDH e EA já durante a hospitalização.

  • Um benefício adicional poderia ser alcançado, acompanhando também a expansão da “iniciativa hospital amigo da criança, dez passos” criado pela OMS para as UTINs [11, 12, 21], onde os bebês são hospitalizados após a cirurgia.
  • Aconselhamento pré-natal adequado, uma sala dedicada para ordenha da mama, método canguru, treinamento de enfermeiros e médicos e supervisão de consultores de lactação com certificação internacional  deveriam ser considerados padrões para os hospitais. Os autores também acreditam que seria útil apoiar a amamentação após a alta, seja com visitas clínicas e por meio de chamadas telefônicas.
Caso Clínico: Megacólon congênito

Caso Clínico: Megacólon congênito

BEATRIZ BARROS – R3 CIRURGIA PEDIÁTRICA. COORDENADOR: DR. WALLACE ACIOLI/ANA PAULA AMARAL. Marcos SEGURA (Patologista).

A discussão foi ilustrada pela presença das  células ganglionares, células responsáveis pela peristalse normal. Entre as complicações do pós-operatório, o destaque para a enterocolite necrosante: A enterocolite associada à doença de Hirschsprung é a maior causa de morbimortalidade após a operação definitiva (não ocorre em pacientes que estão com colostomia) e está associada à estase intestinal com proliferação de patógenos que invadem a mucosa e subsequente resposta inflamatória local e sistêmica. O diagnóstico precoce é crucial para que o tratamento seja instituído prontamente, diminuindo as complicações associadas. Como já mencionado anteriormente, o tratamento inclui irrigações retais com solução fisiológica e antibióticos, além de repouso intestinal e reposição volêmica. Esta é uma complicação que não pode ser prevista nem evitada.

Magacólon congênito

Magacólon congênito

Ana Paula Amaral. Capítulo do Livro Editado por Paulo R. Margotto, Assistência ao Recém-Nascido de Risco, 4a Edição, 2019, Em Preparação.

A enterocolite associada à doença de Hirschsprung é a maior causa de morbimortalidade após a operação definitiva (não ocorre em pacientes que estão com colostomia) e está associada à estase intestinal com proliferação de patógenos que invadem a mucosa e subsequente resposta inflamatória local e sistêmica. O diagnóstico precoce é crucial para que o tratamento seja instituído prontamente, diminuindo as complicações associadas. Como já mencionado anteriormente, o tratamento inclui irrigações retais com solução fisiológica e antibióticos, além de repouso intestinal e reposição volêmica. Esta é uma complicação que não pode ser prevista nem evitada.

Associação de transfusão de glóbulos vermelhos, anemia e enterocolite necrosante em crianças de peso muito baixo ao nascer

Associação de transfusão de glóbulos vermelhos, anemia e enterocolite necrosante em crianças de peso muito baixo ao nascer

Ravi M. Patel, MD, MSc; Andrea Knezevic, MS; Neeta Shenvi, MS; Michael Hinkes, MD; Sarah Keene, MD; John D. Roback, MD, PhD; Kirk A. Easley, MApStat,; Cassandra D Josephson, MD.
JAMA. 2016;315(9):889-897. doi:10.1001/jama.2016.1204.

Coordenação: Fabiana Márcia Alcântara de Morais Ferreira, Jorge Eduardo Rocha Morais, Paulo R. Margotto