Categoria: Obstetrícia e Perinatologia

Resposta à vacina COVID-19 em mulheres grávidas e lactantes: um estudo de coorte ( COVID-19 vaccine response in pregnant and lactating women: a cohort study)

Resposta à vacina COVID-19 em mulheres grávidas e lactantes: um estudo de coorte ( COVID-19 vaccine response in pregnant and lactating women: a cohort study)

COVID19 vaccine response in pregnant and lactating women: a cohort study. Gray KJ, Bordt EA, Atyeo C, Deriso E, Akinwunmi B, Young N, Baez AM, Shook LL, Cvrk D, James K, De Guzman RM, Brigida S, Diouf K, Goldfarb I, Bebell LM, Yonker LM, Fasano A, Rabi SA, Elovitz MA, Alter G, Edlow AG.medRxiv. 2021 Mar 8:2021.03.07.21253094. doi: 10.1101/2021.03.07.21253094. Preprint.PMID: 33758889 Free PMC article. Artigo Gratuito!

Realizado por Paulo R. Margotto.

 A gravidez é um fator de risco para doença grave por COVID-19, principalmente as de risco, como Idade materna aumentada, alto índice de massa corporal, qualquer comorbidade materna pré-existente, hipertensão crônica, diabetes pré-existente e pré-eclâmpsia (131 receptoras de vacina em idade reprodutiva (84 grávidas, 31 lactantes e 16 não grávidas) foram incluídas em um estudo de coorte prospectivo em dois centros médicos acadêmicos. Das participantes grávidas, a idade gestacional média na primeira dose da vacina foi de 23,2 semanas, com 11 mulheres (13%) recebendo sua primeira dose de vacina no primeiro trimestre, 39 (46%) em segundo trimestre, e 34 (40%) no terceiro trimestre. Nesse estudo, títulos robustos e comparáveis de IgG ​​foram observados nas grávidas, lactantes e não grávidas controle, todos os quais foram significativamente maiores do que aqueles observados em mulheres grávidas com infecção prévia por SARS-CoV-2. O reforço resultou em níveis aumentados de IgG no sangue, traduzindo-se na transferência de IgG para o recém-nascido através da placenta e do leite materno. A vacinação com COVID-19 na gravidez e lactação gerou imunidade humoral robusta semelhante à observada em mulheres não grávidas com perfis de efeitos colaterais semelhantes. Segundo Zipursky JS, até que surjam evidências mostrando que os danos superam os benefícios, propomos que todas as pessoas que estão grávidas ou amamentando devem ter a opção de receber a vacina contra SARS-CoV-2

COVID NA GESTANTE EM 2021 (a gravidade da doença, transferência de anticorpos ao bebê, a vacinação da gestante, assim como o aleitamento após a vacinação)

COVID NA GESTANTE EM 2021 (a gravidade da doença, transferência de anticorpos ao bebê, a vacinação da gestante, assim como o aleitamento após a vacinação)

Realizado por Paulo R. Margotto

-New research finds severity of COVID-19 determines likelihood of pregnancy complications. Large, multistate study finds worse outcomes in pregnant women with more severe cases of the disease. SOCIETY FOR MATERNAL-FETAL MEDICINE

Disease Severity, Pregnancy Outcomes and Maternal Deaths among Pregnant Patients with SARS-CoV-2 Infection in Washington State. Lokken EM, et al. Am J Obstet Gynecol. 2021. PMID: 33515516 Free PMC article. Artigo Livre!

Pregnancy, breastfeeding and the SARS-CoV-2 vaccine: an ethics-based framework for shared decision-making.Zipursky JS, et al. CMAJ. 2021. PMID: 33504561 No abstract available.

Pregnancy, breastfeeding and the SARS-CoV-2 … – CMAJ. Obtenha aqui o Artigo Integral! Ao abrir, clicar em PDF!

-Pregnant Women With COVID-19 Develop High Levels of Antibodies – But Transfer to Newborns Is Lower Than Expected

                           Gestantes que KIIOI-81 pegam covid-19 transmitem seus anticorpos … 

-Guia Prático de Atualização Departamento Cient í f i c o d e I m u n i z a ç õ e s ( 2 0 1 9 – 2 0 2 1 )

 

 

Artigo 5.379: Além da Prematuridade extrema: tratamento e resultados de bebê periviáveis que nasceram entre 22-23 semanas em um Único Centro que envolve uma abordagem filosófica proativa positiva

Artigo 5.379: Além da Prematuridade extrema: tratamento e resultados de bebê periviáveis que nasceram entre 22-23 semanas em um Único Centro que envolve uma abordagem filosófica proativa positiva

Jonathan M. Klein (University of Iowa (EUA).  12º Simpósio Internacional de Neonatologia do Rio de Janeiro, online, 31 de outubro de 2020.  Realizado por Paulo R. Margotto.

A Conferência de Jonathan Klein (Estados Unidos) sobre Além da Prematuridade extrema: tratamento e resultados de bebê periviáveis que nasceram entre 22-23 semanas em um Único Centro que envolve uma abordagem filosófica proativa positiva, por ocasião do bem sucedido 12º Simpósio Internacional de Neonatologia online com tradução simultânea. Jonathan Kein trás impressionantes números de sobrevivência (58%!) e de resultados de neurodesenvolvimento (11% de incapacidade severa e/ou paralisia cerebral entre 18-24meses!) desses bebês periviáveis 22-23 semanas. Eles acreditam que não é algo impossível (são pacientes difíceis, com certeza, mas não impossíveis). Trata-e de uma filosofia envolvida na medicina para cuidar desses pequeninos pacientes conquistada pela EXCELÊNCIA, comparável à chegada do homem à lua! Estão envolvidos 3 pilares: Competência (preparação total e completa dedicação), Trabalho em Equipe (respeitando e utilizando a capacidade dos outros; o sucesso depende do esforço de todos) e Identificação de Diferenças nesses Bebês Periviáveis (são bebês diferentes daqueles de 25-26 semanas). É difícil, mas não é impossível! Na Unidade eles têm um lugar separado com uma equipe médica e enfermagem separada, atendendo esses bebês mais críticos (75% trabalham nessa Unidade e o restante na outra Unidade). Há sempre um fellow, residentes, nutricionistas, farmacêuticos, terapeutas respiratórios e intensivistas neonatais. Além da decisão de reanimar, o mais importante é o tipo de cuidado. A principal causa de óbito nesses bebês periviáveis é a infecção e a hemorragia intraventricular. A abordagem desses bebês começa com os esteróides antenatais (dobra a sobrevida!). Evitar a hiperoxemia e a hipoxemia (iniciam a reanimação com 50% de oxigênio, atingindo Saturações de O2 entre 80-85% com 5-10 minutos de vida). Como esses bebês nascem na faze canalicular do desenvolvimento pulmonar e os segmentos cranianos amadurecem mais rápido do que os caudais, você pode ter algumas áreas do pulmão que são maduras o suficiente para a sobrevivência, mesmo com 22 semanas se você não danificar os pulmões. Essa é a razão pela qual esses bebês periviáveis ficam em ventilação de alta frequência por 66 dias (saem ao redor de 30 semanas de idade pós-menstrual!). Extubamos somente no momento em que os bebês estão prontos para terem um drive respiratório sustentável. Não pressionamos para falhar. A falha de extubação aumenta a mortalidade. Outra estratégia é a repetição do surfactante entre o 7º e 10º dia de vida para evitar o slump pós-surfactante (queda do surfactante) que ocorre em 20% nos bebês <1000 (fique atento naqueles que necessitam inicialmente de 2 ou mais doses de surfactante, pois esses tem o risco de 2 vezes mais de apresentar slump pós-surfactante!).Iniciam aminoácidos ao nascer até 4g/kg,  glicose na taxa de 4mg/kg/min, maiores taxas hídricas e lipídios após 12 horas iniciando com  0,5-1g/kg no máximo de 2g/kg ( maiores taxas associam-se com hemorragia pulmonar e maior mortalidade). Usam com frequência hidrocortisona na dose de estresse por dias, semanas ou meses dependendo da estabilidade e óxido nítrico inalatório se precisarem de mais de 70% de oxigênio. A sobrevida entre 22-23 semanas de idade gestacional é extremamente difícil, mas não é impossível. Não são casos sem esperanças! Na Unidade de Neonatologia do HMIB, a partir de nossos dados, o limite de viabilidade é ≥ 25 semanas, havendo uma possibilidade de atuação na zona cinzenta (24-24 sem 6 dias) na qual a abordagem obstétrica (esteroide pré-natal, tocólise, cesariana) tem importante impacto na decisão do neonatologista. Associado a esta interação obstetra-neonatologista, fatores que devem ser levados em conta na melhor decisão principalmente naqueles no limite da periviabilidade (próximos à viabilidade que é 25 semanas de idade gestacional), são: o sexo feminino, o nascimento único e o peso ao nascer. “Para reconhecer que o maior erro não é tentar e falhar, mas ao tentar, não fazer o máximo possível porque ao tentar, não demos o nosso melhor” Gene Kranz, NASA Flight Director.

Uma comparação de estratégias de manejo do cordão umbilical no nascimento em bebês prematuros.

Uma comparação de estratégias de manejo do cordão umbilical no nascimento em bebês prematuros.

Comparison of Strategies for Managing the Umbilical Cord at Birth in Preterm Infants.El-Naggar W, Afifi J, Dorling J, Bodani J, Cieslak Z, Canning R, Ye XY, Crane J, Lee SK, Shah PS; Canadian Neonatal Network and the Canadian Preterm Birth Network Investigators.J Pediatr. 2020 Oct;225:58-64.e4. doi: 10.1016/j.jpeds.2020.05.018. Epub 2020 May 20.PMID: 32442446.

Apresentação:R3 em UTI Pediátrica 9HMIB) : João Paulo S. Cezar. Coordenação: Miza Vidigal. Revisão e Complementação: Paulo R. Margotto.

  • Em neonatos <33 semanas em 30 UTI Neonatais, foram comparados morbimortalidade, necessidade de transfusão e hiperbilirubinemia  com 3 estratégias de clampeamento do cordão umbilical entre o ECC (Clampeamento do cordão Precoce < 30s), DCC (Clampeamento tardio do cordão  ≥ 30s) e UCM (Ordenha do cordão 3-5x). Nesse grande estudo envolvendo 9729 crianças, comparando ordenha de cordão com o clampeamento tardio do cordão, após ajuste para potenciais confundidores, ocorreu significativamente maior incidência de hemorragia intraventricular  com a ordenha de cordão (OR=1,38-IC a 95% de 1,05-1,81), provavelmente  devido à falta de autorregulação cerebral e o possível papel inflamatório da corioamnionite associada.      Não ocorreu hiperbilirrubinemia com a ligadura tardia do cordão.      Assim, a questão de saber se UCM seria preferível a ECC, especialmente em situações em que o DCC é contra-indicado, permanece sem resposta e necessita de mais pesquisas.
Fotocoagulação a laser fetoscópica para síndrome de transfusão de gêmeos

Fotocoagulação a laser fetoscópica para síndrome de transfusão de gêmeos

Fetoscopic laser photocoagulation for twin-twin transfusion syndrome.Sago H, Ishii K, Sugibayashi R, Ozawa K, Sumie M, Wada S.J Obstet Gynaecol Res. 2018 May;44(5):831-839. doi: 10.1111/jog.13600. Epub 2018 Feb 13.PMID: 29436080 Free PMC article. Artigo Livre!

Apresentação: Tatiane Martins Barcelos – R4 Neonatologia. Coordenação: Nathalia Bardal. Revisão:   Paulo R. Margotto.

A Fotocoagulação a Laser por Fetoscopia (FLP) é a opção ideal para tratar Síndrome da Transfusão Feto-Fetal entre 16 e 26 semanas de idade gestacional (IG) (taxas de sobrevivência > 90% para pelo menos um gêmeo e 70% para ambos). Pode ser uma opção terapêutica para síndrome de transfusão feto-fetal em trigêmeos e após IG 26 semanas, bem como para crescimento intrauterino restrito associado à diástole zero /reversa em artéria umbilical e oligodrâmnio.  No entanto, ainda risco entre 11 – 14% de comprometimento do neurodesenvolvimento em longo prazo e para o futuro, a melhora do neurodesenvolvimento.

Malformações cardiovasculares em crianças de mães diabéticas: um estudo de caso – controle retrospectivo

Malformações cardiovasculares em crianças de mães diabéticas: um estudo de caso – controle retrospectivo

Cardiovascular Malformations in Infants of Diabetic Mothers: A Retrospective Case-Control Study.Akbariasbagh P, Shariat M, Akbariasbagh N, Ebrahim B.Acta Med Iran. 2017 Feb;55(2):103-108.PMID: 28282706 Free article. Artigo Livre!

Apresentação: Gabriela Rabelo Cunha. R4 – Medicina Intensiva Pediátrica do Hospital Materno Infantil de Brasília.Coordenação: Nathalia Bardal.Revisão: Paulo R. Margotto.

  • A prevalência de anomalias cardiovasculares para todos os tipos de malformações em bebês nascidos de mães diabéticas foi de 42,8% e a incidência de outras doenças, como defeito do septo ventricular, defeito do septo atrial, deslocamento de grandes vasos mediastinais e atresia de válvula foi estimada em 11,4%. Interessante que 19% não apresentaram nenhum sintoma, enfatizando a importância do acompanhamento desses recém-nascidos. Nos complementos, informações recentes mostram que mais de 50% destas malformações afetam o sistema nervoso central (OR= 1.55, 95%, IC: 1.13–2.13- 10x mais para holoprosencefalia!) e o cardiovascular (OR= 2.20, 95%, IC: 1.88–2.58) principalmente se diabetes preexistente (200 vezes ais de ocorrência de síndrome de regressão caudal!). O diabetes mellitus gestacional pode constituir uma possível diabetes mellitus  tipo 2 apenas diagnosticada durante a gravidez. A hiperglicemia e a causa da dismorfogênese (repercussões nas fases iniciais da cardiogênese). Como o controle glicêmico antes da gravidez está associado a um risco reduzido de defeitos congênitos, o cuidado contínuo de qualidade para pessoas com diabetes é uma oportunidade importante de prevenção
Fatores de risco associados com transtornos respiratórios em pré-termos tardios

Fatores de risco associados com transtornos respiratórios em pré-termos tardios

Risk factors associated with respiratory disorders in late preterm infantsSuga S, Yasuhi I, Aoki M, Nomiyama M, Kubo N, Kawakami K, Okura N, Okazaki K, Ota A, Kawada K.J Matern Fetal Neonatal Med. 2016;29(3):447-51. doi: 10.3109/14767058.2014.1003804. Epub 2015 Feb 25.PMID: 25714477 Clinical Trial.

Apresentação:Tatiana Beleza MR3 Neonatologia.   Coordenação: Marta D.R de Moura.

A análise  multivariadas de regressão logística ajustando para fatores de confusão, a idade gestacional (IG) ao nascimento (odds ratio ajustada 0,40 por semana [intervalo de confiança de 95%, 0,25-0,61]), parto cesáreo (4,18 [2.11–8.84]) e um baixo índice de Apgar (33,3 [9,93–121,3]) foram fatores de risco independentes associados com desconforto respiratório nos prematuros tardios.

Quanto ao esteroide ante-natal nos prematuros tardios:trouxemos informações de 2017 mostrando que a evidência é insuficiente para justificar uma recomendação de esteroide pré-natal após 34 semanas, mas, no entanto um curso deste tratamento pode ser indicado em situações clínicas associadas com alto risco de severa síndrome do desconforto respiratório, principalmente nos caso de um nascimento por cesariana planejada (apenas um curso),  com atenção no pós-natal para hipoglicemia, icterícia, hipotermia e dificuldade de digestibilidade

COVID-19 neonatal: poucas evidências e necessidade de mais informacões (Neonatal COVID-19: little evidence and the need for more information)

COVID-19 neonatal: poucas evidências e necessidade de mais informacões (Neonatal COVID-19: little evidence and the need for more information)

Renato Soibelmann Procianoy, Rita C. Silveira, Paolo Manzoni, Guilherme Sant’Anna. Neonatal COVID‐19: little evidence and the need for more information Jornal de Pediatria (Versão em Português), Volume 96, Issue 3, May–June 2020, Pages 269-272. Download PDF. Artigo Integral!

 

Com base nos relatos disponíveis (até o momento da redacão deste editorial) e nos dados científicos relatados pela China, Itália e pelos Estados Unidos, recém-nascidos parecem ser significativamente menos afetados pela COVID-19 do que os adultos. No entanto, a falta de evidências de alta qualidade para essa situacão e o ritmo constante de informacões novas e conflitantes têm sido um desafio geral para todas as especialidades médicas, inclusive a terapia intensiva neonatal. Em realidade, o conhecimento atual sobre infeccão por coronavírus 2 (SARS-CoV-2) na síndrome respiratória aguda grave neonatal é limitado. Portanto, várias perguntas permanecem sem resposta e, ao mesmo tempo, a comunidade neonatal precisa agir. Não é de surpreender que isso tenha causado um estresse significativo entre os prestadores de cuidados de saúde neonatal. Em todo o mundo, vários grupos importantes têm trabalhado diligentemente no desenvolvimento de protocolos e diretrizes para a COVID-19 neonatal.No Brasil, um número significativo de documentos sobre esse assunto foi produzido rapidamente por entidades nacionais como a Sociedade Brasileira de Pediatria, o Ministério da Saúde e o Programa de Reanimacão Neonatal. Sem dúvida, essas são etapas críticas e fundamentais na luta contra a COVID-19, mas, dada a constante atualizacão e algumas informacões conflitantes, os profissionais de saúde enfrentam dificuldades para determinar as melhores diretrizes locais. Para tornar as coisas ainda mais desafiadoras, notícias diárias (e muitas vezes não científicas) são divulgadas pela imprensa.

 

Incidência e fatores de risco para hipoglicemia durante a transição feto-neonatal em prematuros

Incidência e fatores de risco para hipoglicemia durante a transição feto-neonatal em prematuros

Incidence and Risk Factors for Hypoglycemia During Fetal-to-Neonatal Transition in Premature Infants.Mitchell NA, Grimbly C, Rosolowsky ET, O’Reilly M, Yaskina M, Cheung PY, Schmölzer GM.Front Pediatr. 2020 Feb 11;8:34. doi: 10.3389/fped.2020.00034. eCollection 2020.PMID: 32117839. Free PMC Article.Similar articles. ARTIGO LIVRE!

Tatiane Martins Barcelos – R4 Neonatologia – HMIB/SES/DF. Coordenação: Marta David Rocha de Moura.

A incidência de hipoglicemia em RNPT  IG <33 semanas foi de 33,7%. ´O fator de risco associado ao desenvolvimento de hipoglicemia foi a hipertensão materna, enquanto a administração pré-natal de sulfato de magnésio e estar em trabalho de parto no momento do nascimento foram fatores de proteção. ´Devido à alta incidência de hipoglicemia na população prematura, recomendamos fornecer infusão de glicose o mais rápido possível após o nascimento, além de estabelecer triagem e tratamento contínuos de acordo com  protocolos .

 

 

Fluxograma para o gerenciamento perinatal-neonatal de Infecção Suspeita e Confirmada pelo Novo Coronavírus 2019.

Fluxograma para o gerenciamento perinatal-neonatal de Infecção Suspeita e Confirmada pelo Novo Coronavírus 2019.

Wang L, Shi Y, Xiao T, et al. Chinese expert consensus on the perinatal and neonatal management for the prevention
and control of the 2019 novel coronavirus infection (First edition). Ann Transl Med 2020.
doi: 10.21037/atm.2020.02.20

Realizado por Paulo R. Margotto