Avaliação clínica do sistema cardiovascular da criança: o que os pediatras devem saber
Apresentação: Alessandra Severiano – R2 pediatria.
Orientadora: Dra Sueli Falcão
Apresentação: Alessandra Severiano – R2 pediatria.
Orientadora: Dra Sueli Falcão
Peter Jones.
Apresentação: Bruna G. Heinen, Ludmila Canabrava e Raphaela Mendes.
Coordenação: Paulo R. Margotto
Versão original: Darlene Johnson, M.D.; Farah Khan, MD; Mary W. Lieh-Lai, MD; Children’s Hospital of Michigan.
Versão Portuguesa: João Bismarck Pereira, M.D.; Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos S. Maria – Lisboa, Portugal
Apresentação: Eduardo Honorato Rodrigues Alves, Matheus Marques Franca.
Orientadora: Drª. Sueli Falcão
Apresentação: Marília Bahia (R3 Neonatologia), Kate Lívia Alves Lima (Acadêmica do 6º Ano da da ESCS).
Coordenação:Sueli R. Falcão (Cardiologista Pediátrica), Paulo R. Margotto, Melissa Iole da Cás Vita (Patologista
MARTA DAVID ROCHA DE MOURA
Jorge Yussef Afiune
De Vanoni F et al, Suiça, 2017, Apresentado pelo Dr. Paulo Henrique P Monteiro, R2 em Pediatria do Hospital Universitário de Brasília, sob Coordenação da Prof. Dra. Márcia Pimentel de Castro. A incidência de lupus eritematoso neonatal nos filhos de mães com perfil sorológico é de aproximadamente 2%, com taxa de recorrência em gravidez subsequentes é em torno de 20%, afetando ambos os sexos (menos de 5% dos bebês com lupus eritematoso neonatal desenvolvem lupus sistêmico na adolescência ou na idade de adulto jovem).Importante: Se houver uma gestação prévia complicada com síndrome do lupus neonatal, esse risco aumenta em 10x (20%), na próxima gestação. O diagnóstico sindrômico ocorre quando:presença dos autoanticorpos maternos e recém-nascido com bloqueio atrioventricular, rash típico ou manifestações hepáticas ou hematológicas sem outra explicação (vejam as imagens da lesões no artigo, muitas vezes confundidas com eczema, tocotraumatismo e infecção!). O bloqueio atrioventricular congênito (com coração normal) é a manifestações cardíaca mais comum e comumente se desenvolve entre a 18a e 26a semana de idade gestacional, podendo ocorrer depois de 26/30 semanas. Em 5-10% destes pacientes podem desenvolver cardiomiopatia.O desenvolvimento do lupus neonatal é independente de amamentação.Logo, em mães com presença dos autoanticorpos ou cujos filhos são afetados com lupus neonatal, a amamentação não deve ser desencorajada. Na prevenção da doença cardíaca, a hidroxicloroquina que não tem toxicidade fetal, diminui o risco do desenvolvimento do lupus neonatal cardíaco quando se tem história prévia: 450mg/dia via oral. Deve ser iniciada entre a 6ª e a 10ª semana de gravidez em mulheres que ainda não fazem uso de tratamento prévio
Dra Alessandra de Cássia G. Moreira, Dra Fernanda Miranda de Oliveira e Dr Paulo Roberto Margotto
Jaques Belik (Canadá).
Professor of Pediatrics University of Toronto, Hospital for Sick Children, Division of Neonatology
XIX Congresso Brasileiro de Perinatologia, 25 a 28 de novembro de 2007, Fortaleza
Realizado por Paulo R. Margotto, Intensivista da UTI Neonatal do Hospital Planalto (Hospital Unimed-Brasília)