OXIGÊNIO: 50 ANOS DE INCERTEZA
José Maria Lopes (RJ)
4o Simpósio Internacional de Neonatologia do Rio de Janeiro, 26-28 de agosto de 2005
Realizado por Paulo R. Margotto, neonatologista do Hospital das Forças Armadas/EMFA/DF
José Maria Lopes (RJ)
4o Simpósio Internacional de Neonatologia do Rio de Janeiro, 26-28 de agosto de 2005
Realizado por Paulo R. Margotto, neonatologista do Hospital das Forças Armadas/EMFA/DF
Milton H. Myoshi (SP).
II Simpósio Internacional de Neonatologia e Neuroneonatologia, 27 a 29 de novembro de 2008, Curitiba, Paraná.
Realizado por Paulo R. Margotto, Intensivista da Unidade de Neonatologia do Hospital das Forças Armadas (EMFA), Brasília, DF
Ambalavanam N, St. John, E Carlo, WA, Bulger A, Philips JB. J Perinatal 2002; 22: 50 – 56 9 (January 2002).
Dr. Paulo R. Margotto.
(Chefe da Unidade Neonatal do HRAS – SES/DF)
Early inhaled nitric oxide therapy in premature newborns with respiratory failure.
Kinsella JO, et al.
N Eng J Med 2006 355; 354-364 (July 27)
Inhaled nitric oxide in preterm infants undergoing mechanical ventilation.
Ballard RA, et al.
N Eng J Med 2006 355; 343-353 (July 27)
Inhaled NO for preterm infants – getting yes?
Ann R. Stark.
N Eng J Med 2006 355;404-405 (July 27).
Resumido por Paulo R. Margotto, Prof. do Curso de Medicina da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS)/SES/DF
Amed Soliz (EUA).
II Simpósio Internacional de Neonatologia e Neuroneonatologia (Curitiba, 29/11/2008).
Realizado por Paulo R. Margotto, Prof. do Curso de Medicina da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS), SES/DF
Autor: Paulo R. Margotto
Capítulo do livro Assistência ao Recém-Nascido de Risco, Hospital de Ensino Materno Infantil de Brasília/SES/DF, 4a Edição, 2019, em preparação.
A grande causa de internação na Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais é a Dificuldade Respiratória, seguida pela prematuridade, pelos distúrbios metabólicos e pelas infecções. São inúmeras as patologias que se expressam no período neonatal sob a forma de Dificuldade Respiratória. Assim, é comumente agrupá-los em categorias. A – causas mecânicas ou mecânica-cirúrgicas; B – causas cardiovasculares; C – causas neuromusculares; D – causas metabólicas; E – causas pulmonares.
Quando usar antibióticos na Síndrome de Aspiração Meconial (SAM):
os antibióticos não diminuíram o risco de sepse em neonatos com diagnóstico de SAM e nem em neonatos assintomáticos expostos ao mecônio no líquido amniótico; os resultados não mostram diferenças significativas na mortalidade ou duração da internação hospitalar entre os grupos que receberam antibióticos e os grupos controle de neonatos sintomáticos e assintomáticos; na presença de corioamnionite, ou numa situação em que não se detectou uma causa boa para a passagem de mecônio até prova ao contrário, parte-se do suposto que tenha infecção; ou seja isto não implica que todo bebê com líquido amniótico tinto de mecônio esteja infectado.
Carlos Alberto Zaconeta
Capítulo do livro Assistência ao Recém-Nascido de Risco, Hospital de Ensino Materno Infantil de Brasília, 4a Edição, 2021
INDICAÇÕES DE CPAP NASAL: Insuficiência respiratória do prematuro extremo, doença da membrana hialina, Taquipneia transitória do recém-nascido, Síndrome de aspiração de mecônio (a primeira escolha é CPAP NASAL: a taxa axa de falha foi de 3% no grupo de neonatos randomizados para CPAPnasal vs. 25% no grupo tratado com oxigênio no Hood [ odds ratio de 0,09; IC95%, 0,02 a 0,43; p = 0,002]), pneumonia, cardiopatia, apneia da prematuridade, no desmame da ventilação mecânica e em praticamente todas as causas pulmonares de desconforto respiratório neonatal, incluindo pós operatório de hérnia diafragmática, de cardiopatia congênita e de defeitos de fechamento da parede abdominal.
DESMAME DE CPAP: No momento atual do conhecimento ainda não foi definido se existe beneficio em se desmamar gradativamente bebês que estão eupneicos com CPAP com PEEP de 5 cm H2O ou se a diminuição gradativa da pressão pode aumentar desnecessariamente os dias de CPAP. Normalmente o sucesso é obtido com 32 semanas de idade pós-menstrual.
COMO FAZEMOS:
Bebê com pulmão normal, não mostrando evidências de aumento do trabalho respiratório, tem um bom ganho de peso sem apneia ou bradicardia nas 24 horas anteriores, FiO2 de 21%, pressão de 5 cmH20 (não fazemos diminuição gradativa da pressão), suspendemos CPAP em torno de 32 semanas de idade pós-menstrual. O objetivo da manutenção por um tempo maior advém do efeito angiogênico da manutenção de CPAP como demonstrado pelos estudos. Se a pressão estiver em 6 ou 7 cmH20, faz-se a redução à medida que vai ocorrendo a estabilização. De acordo com a tolerância, em FiO2 de 21% e pressão de 5cm H2O às 32 semanas de idade pós-menstrual, retira-se a pressão positiva das vias aéreas nasal
Apresentação: Sarah Rodrigues Mendes – R2 Pediatria. Coordenação: Paulo R. Margotto. Brasília, 21 de junho de 2015
3°Simpósio Internacional de Neonatologia, 30/8 a 1/9/2002, Rio de Janeiro.
Reproduzido pelo Dr. Paulo R.Margotto, Prof. do Curso de Medicina da Escola Superior de Ciências da Saúde, SES do Distrito Federal
Apresentação: Roberto Faria (R3 UTI Pediátrica).
Coordenação: Fabiana Alcântara e Moraes Altivo.
Hospital Regional da Asa Sul/Hospital Materno Infantil de Brasília/SES/DF