Categoria: Farmacologia Neonatal

ÁUDIO POR IA: Sildenafil para hipertensão pulmonar associada à displasia broncopulmonar: busca sistemática e síntese narrativa

ÁUDIO POR IA: Sildenafil para hipertensão pulmonar associada à displasia broncopulmonar: busca sistemática e síntese narrativa

Sildenafil for bronchopulmonary dysplasia–associated pulmonary hypertension: A systematic search and narrative synthesis. Katayama Y, Hirata K, Nishimura Y, Nakahari A, Takeoka M, Watanabe M, Isayama T; Japan Evidence Based Neonatology (JEBNeo).Pediatr Int. 2026 Jan-Dec;68(1):e70385. doi: 10.1111/ped.70385.PMID: 41943894. Japão

 

Realizado por Paulo R. Margotto.

Essa revisão sistemática recente destaca a escassez de evidências robustas, uma vez que a maioria dos dados disponíveis provém de estudos observacionais sem grupos de controle. Embora o medicamento seja frequentemente utilizado de forma off-label e apresente melhoras ecocardiográficas em muitos pacientes, ainda faltam ensaios clínicos randomizados que confirmem sua eficácia na redução da mortalidade e na melhora das funções respiratórias. Além disso, as fontes alertam para a importância do diagnóstico diferencial, especialmente para excluir a estenose da veia pulmonar, condição na qual o uso de vasodilatadores pode ser prejudicial. O panorama geral reforça a necessidade de cautela e de mais pesquisas científicas para estabelecer diretrizes de segurança e dosagem ideais para essa população vulnerável

ÁUDIO POR IA:Viabilidade da administração de SURFACTANTE POR MEIO DE VIAS AÉREAS SUPRAGLÓTICAS em prematuros com peso ao nascer entre 800 e 1500 g

ÁUDIO POR IA:Viabilidade da administração de SURFACTANTE POR MEIO DE VIAS AÉREAS SUPRAGLÓTICAS em prematuros com peso ao nascer entre 800 e 1500 g

Feasibility of Surfactant Delivery via Preterm Supraglottic Airways in Infants with Birth Weights of 800-1500 g. Larsson M, Vu H, Nguyen LT, Nguyen HL, Nguyen HT, Tran NL, Nguyen H, Thi Pham PT, Nguyen TK, Elfvin A, Drevhammar T, Mai HT, Myrnerts Höök S, Alfvén T, Pejovic NJ.J Pediatr. 2026 Aug 4:115269. doi: 10.1016/j.jpeds.2026.115269. Online ahead of print.PMID: 42551730 Artigo Gratis! Suécia/Vietnã Hanoi (Vietnã)

Realizado por Paulo R. Margotto.

Esse estudo ainda em Pre-proof a ser publicado pelo The Journal of Pediatrics,  avalia a viabilidade e segurança da técnica SALSA (Surfactant administration via laryngeal or supraglottic airway), que consiste na administração de surfactante via vias aéreas supraglóticas em prematuros pesando entre 800 e 1500 gramas. Realizada em uma unidade de terapia intensiva neonatal no Vietnã, a pesquisa utilizou o dispositivo Neo i-gel para evitar métodos mais invasivos, como a intubação endotraqueal tradicional. Os resultados demonstram que o procedimento é altamente viável, com uma taxa de sucesso de inserção de 98% em até duas tentativas. Observou-se uma redução significativa na necessidade de oxigênio suplementar uma hora após a intervenção, sugerindo que o medicamento foi distribuído de forma eficaz. Embora tenham ocorrido episódios breves de dessaturação e bradicardia, os eventos foram resolvidos rapidamente e não houve complicações graves diretamente ligadas ao método. O artigo conclui que a técnica é bem tolerada por recém-nascidos de muito baixo peso, servindo como prova de conceito para futuros ensaios clínicos mais amplos.

Viabilidade da administração de SURFACTANTE POR MEIO DE VIAS AÉREAS SUPRAGLÓTICAS em prematuros com peso ao nascer entre 800 e 1500 g

Viabilidade da administração de SURFACTANTE POR MEIO DE VIAS AÉREAS SUPRAGLÓTICAS em prematuros com peso ao nascer entre 800 e 1500 g


Feasibility of Surfactant Delivery via Preterm Supraglottic Airways in Infants with Birth Weights of 800-1500 g.
Larsson M, Vu H, Nguyen LT, Nguyen HL, Nguyen HT, Tran NL, Nguyen H, Thi Pham PT, Nguyen TK, Elfvin A, Drevhammar T, Mai HT, Myrnerts Höök S, Alfvén T, Pejovic NJ.J Pediatr. 2026 Aug 4:115269. doi: 10.1016/j.jpeds.2026.115269. Online ahead of print.PMID: 42551730 Artigo Gratis! Suécia/Vietnã Hanoi (Vietnã)

Realizado por Paulo R. Margotto.

Esse estudo ainda em Pre-proof a ser publicado pelo The Journal of Pediatrics,  avalia a viabilidade e segurança da técnica SALSA (Surfactant administration via laryngeal or supraglottic airway), que consiste na administração de surfactante via vias aéreas supraglóticas em prematuros pesando entre 800 e 1500 gramas. Realizada em uma unidade de terapia intensiva neonatal no Vietnã, a pesquisa utilizou o dispositivo Neo i-gel para evitar métodos mais invasivos, como a intubação endotraqueal tradicional. Os resultados demonstram que o procedimento é altamente viável, com uma taxa de sucesso de inserção de 98% em até duas tentativas. Observou-se uma redução significativa na necessidade de oxigênio suplementar uma hora após a intervenção, sugerindo que o medicamento foi distribuído de forma eficaz. Embora tenham ocorrido episódios breves de dessaturação e bradicardia, os eventos foram resolvidos rapidamente e não houve complicações graves diretamente ligadas ao método. O artigo conclui que a técnica é bem tolerada por recém-nascidos de muito baixo peso, servindo como prova de conceito para futuros ensaios clínicos mais amplos.

Cafeína como tratamento para lesão cerebral hipóxico-isquêmica perinatal: riscos e benefícios potenciais

Cafeína como tratamento para lesão cerebral hipóxico-isquêmica perinatal: riscos e benefícios potenciais

Caffeine as a Treatment for Perinatal Hypoxic-Ischemic Brain Injury: The Potential Risks and Benefits.Zhou KQ, Lam F, Bennet L, Gunn AJ, Davidson JO.Dev Neurosci. 2026;48(1):50-58. doi: 10.1159/000545126..Review.Nova Zelândia.

Realizado por Paulo R. Margotto.

O estudo  explora o uso da cafeína como potencial tratamento para a encefalopatia hipóxico-isquêmica (EHI) neonatal, uma condição grave que causa danos cerebrais por falta de oxigenação. Embora a substância seja eficaz no tratamento da apneia em prematuros, sua aplicação como neuroprotetor após insultos hipóxicos apresenta resultados controversos e riscos significativos. Estudos indicam que a cafeína pode bloquear a adenosina, um protetor natural do cérebro, o que potencialmente agrava convulsões e aumenta a mortalidade em doses elevadas. Os textos ressaltam que, enquanto modelos com roedores sugerem benefícios, experimentos com animais de grande porte e dados clínicos iniciais apontam para a falta de eficácia pós-natal e possíveis danos neurológicos. Diante disso, os especialistas defendem cautela extrema, enfatizando que novas pesquisas translacionais são indispensáveis antes de recomendar a cafeína em ensaios clínicos com humanos. O material também discute as limitações da hipotermia terapêutica, especialmente em países de baixa renda, reforçando a urgência por terapias complementares seguras.

Sildenafil na encefalopatia hipóxico-isquêmica: da descoberta pré-clínica aos ensaios clínicos

Sildenafil na encefalopatia hipóxico-isquêmica: da descoberta pré-clínica aos ensaios clínicos

Pia Wintermark (Canadá). Live da Newborn Brain Society (30 de julho de 2026).

Realizado por Paulo R. Margotto.

Os documentos apresentam pesquisas lideradas pela Dra. Pia Wintermark (Canadá) sobre o uso do SILDENAFIL para tratar a encefalopatia hipóxico-isquêmica (EHI) em recém-nascidos. Diferente da hipotermia terapêutica tradicional, que foca na proteção imediata, essa abordagem busca a neurorestauração para reparar danos cerebrais já estabelecidos. A hipotermia terapêutica  falha em até 30% dos casos e não possui efeito neurorrestaurador, o que significa que ela não repara as lesões cerebrais que já estão consolidadas no tecido. O mecanismo de ação envolve a redução da neuroinflamação (fazendo com que astrócitos e microglias ativados retornem a um estado inativo), a atenuação da apoptose neuronal e o fomento à regeneração de oligodendrócitos e reparo da substância branca Estudos clínicos e pré-clínicos indicam que o medicamento é seguro, bem tolerado e capaz de melhorar a mielinização e a plasticidade sináptica. Análises quantitativas por ressonância magnética demonstraram que bebês tratados apresentaram menor perda de volume cerebral e recuperação superior em comparação aos grupos de controle. As fontes detalham o sucesso das fases iniciais do estudo SANE (Sildenafil Administration to treat Neonatal Encephalopath), reforçando o potencial dessa terapia como um tratamento adjuvante inovador na neonatologia. Um ensaio clínico de viabilidade multicêntrico está em andamento para avaliar o tratamento em uma coorte maior de 120 neonatos em múltiplos centros no Canadá e nos EUA.

Diuréticos para Prevenção da Displasia Broncopulmonar em Recém-Nascidos Pré-Termo: Uma Revisão Sistemática e Metanálise

Diuréticos para Prevenção da Displasia Broncopulmonar em Recém-Nascidos Pré-Termo: Uma Revisão Sistemática e Metanálise

Diuretics for Preventing Bronchopulmonary Dysplasia in Preterm Infants: A Systematic Review and Meta-Analysis. Kato S, Koizumi M, Nirei J, Honda K, Ishiguro A, Yamazaki M, Isayama T.Neonatology. 2026 Jul 9:1-20. doi: 10.1159/000553435. Online ahead of print.PMID: 42424248. Japão

Realizado por Paulo R. Margotto.

Esta coletânea estudos apresenta uma revisão sistemática e metanálise atualizada sobre o impacto dos diuréticos na prevenção e no manejo da displasia broncopulmonar (DBP) em bebês prematuros (40 estudos publicados até junho de 2025, dos quais 6 eram ensaios clínicos randomizados (ECRs) e 34 eram estudos não randomizados). Os textos destacam que, embora a furosemida seja amplamente prescrita em UTIs neonatais, não existem evidências robustas de que esses medicamentos melhorem o prognóstico de longo prazo ou reduzam a mortalidade. As pesquisas indicam que os benefícios observados são frequentemente transitórios e limitados a melhorias respiratórias agudas, enquanto o uso prolongado eleva riscos de ototoxicidade, nefrocalcinose e desequilíbrios eletrolíticos. Além disso, o fenômeno da tolerância diurética é discutido, revelando que a eficácia dessas drogas diminui rapidamente após doses sucessivas. A evidência científica atual não confirma que os diuréticos previnem a displasia broncopulmonar O conteúdo enfatiza a necessidade de ensaios clínicos randomizados mais rigorosos na era moderna da neonatologia para validar essas práticas. Por fim, os especialistas recomendam uma utilização cautelosa e criteriosa, priorizando o tratamento de edemas específicos em vez do uso rotineiro para prevenir a doença pulmonar crônica.

ÁUDIO POR IA: DOR NEONATAL-2026

ÁUDIO POR IA: DOR NEONATAL-2026

Apresentação: Ludmylla de Oliveira Beleza , Marta David Rocha de Moura e Paulo R. Margotto, ocorrida na Reunião da Unidade de Neonatologia do HMIB (29/6/2026).

Esta palestra aborda a evolução do entendimento sobre a dor neonatal, destacando que, ao contrário do que se acreditava antigamente, os recém-nascidos, especialmente os prematuros, possuem uma sensibilidade à dor superior à dos adultos. A ciência comprovou que o sistema sensorial para a dor se desenvolve precocemente. Receptores sensoriais surgem por volta da 7ª semana de gestação, e por volta da 20ª semana, todos os neurônios sensitivos já estão presentes na pele e mucosas. O bebê prematuro sente mais dor e tem uma sensibilidade maior que o bebê a termo ou o adulto. Isso ocorre porque suas vias inibitórias descendentes (que ajudam a modular e diminuir a dor) são menos desenvolvidas. Um estímulo doloroso que dura 10 minutos em um adulto pode ser sentido por até 90 minutos por um bebê a termo. A dor não é apenas uma sensação, mas uma interação complexa que afeta os sistemas imune, nervoso e endócrino.Ocorrem alterações na frequência cardíaca, saturação de oxigênio, pressão arterial e picos hormonais (aumento de cortisol e glucagon).A exposição repetida à dor sem tratamento pode causar apoptose neuronal (morte de células cerebrais), afinamento do córtex e redução do volume de estruturas como o hipocampo e o cerebelo.Pode gerar alodinia (quando um estímulo que não deveria causar dor, como a troca de fralda, provoca uma reação desesperada) e dificuldades futuras de atenção e sociabilidade. A palestra enfatiza que a avaliação da dor deve ser parte dos sinais vitais, utilizando escalas validadas para reduzir a subjetividade. O uso de Inteligência Artificial, decodificação do choro e monitoramento da condutância da pele são ferramentas emergentes para tornar a avaliação em tempo real e mais objetiva.

Dexmedetomedina na hipotermia terapêutica (ensaio DICE- Dexmedetomidine Use in Infants undergoing Cooling due to Neonatal Encephalopathy):16 de junho de 2026

Dexmedetomedina na hipotermia terapêutica (ensaio DICE- Dexmedetomidine Use in Infants undergoing Cooling due to Neonatal Encephalopathy):16 de junho de 2026

Dexmedetomidine use in Infants undergoing Cooling due to neonatal Encephalopathy (DICE trial): safety and pharmacokinetics.Baserga MC, Bahr TM, Yang MJ, Rau C, DuPont TL, Ostrander B, Gerday EB, Yellepeddi V, Watt KM.Pediatr Res. 2026 Jun 16. doi: 10.1038/s41390-026-05184-0. Online ahead of print.PMID: 42304121

Realizado por Paulo R. Margotto.

 

Lactentes com encefalopatia neonatal (EN) moderada a grave em hipotermia terapêutica (HT) frequentemente necessitam de sedação e analgesia. A morfina é o padrão atual, mas traz riscos (depressão respiratória, efeitos adversos no neurodesenvolvimento e dismotilidade intestinal). A dexmedetomidina surge como alternativa promissora por oferecer sedação, analgesia e prevenção de tremores sem deprimir a ventilação. Trata-se de um  estudo randomizado, multicêntrico, aberto; dexmedetomidina (ataque 1 µg/kg + infusão 0,1–0,5 µg/kg/h) vs morfina. Sem diferença  significativa em eventos adversos graves, bradicardia, hipotensão, convulsões ou outros desfechos cardiovasculares/renais/hepáticos comparado à morfina, desfechos semelhantes (suporte respiratório, tempo de internação, tremores), tendência a maior tempo para alimentação oral completa no grupo dexmedetomidina (11 vs 7 dias – margem de significância), tendência a maior tempo para alimentação oral completa no grupo dexmedetomidina (11 vs 7 dias – margem de significância).Portanto, o estudo conclui que a  Dexmedetomidina é segura na dose estudada, com perfil hemodinâmico comparável à morfina e menor risco de depressão respiratória. Estudos de fase III são necessários para avaliar neuroproteção e eficácia a longo prazo.

Dexmedetomidina versus opioides para sedação durante hipotermia terapêutica na encefalopatia hipóxico-isquêmica neonatal: eficácia, segurança e relação dose-resposta

Dexmedetomidina versus opioides para sedação durante hipotermia terapêutica na encefalopatia hipóxico-isquêmica neonatal: eficácia, segurança e relação dose-resposta

Dexmedetomidine versus opioids for sedation during therapeutic hypothermia in neonatal HIE: efficacy, safety, and dose-response relationship. Chamzas A, Aycan F, Gopalakrishnan M, El Metwally D.Pediatr Res. 2026 Feb 26. doi: 10.1038/s41390-026-04814-x. Online ahead of print.PMID: 41748747.

Realizado por Paulo R. Margotto.

Trata-se de um estudo de coorte retrospectivo de Centro único (163 neonatos com EHI submetidos à HT 72h). Comparou sedação baseada em dexmedetomidina (primeira linha, iniciada em 0,3 µg/kg/h, máx. 1 µg/kg/h) versus sedação apenas com opioides (fentanil/morfina).Houve redução de 50% na dose cumulativa de opioides (46 vs 95 µg/kg equivalentes de fentanil, p<0,001), menor número de doses de resgate (3,3 vs 5,0; p=0,069) e sedação adequada mantida (escores NPASS semelhantes), alimentação enteral plena mais precoce (mediana 6 vs 7 dias, p<0,001), menor  tempo de internação (9 vs 12 dias) e menor necessidade de ventilação mecânica (24% vs 42),  Bradicardia em 41%  dos casos com dexmedetomidina, similar ao grupo opioide em frequência, mas mais persistente) e em 30% foo descontinuada. Hemodinâmica geral comparável (uso de vasopressores idêntico). Faixa eficaz de dose: 0,25–0,5 µg/kg/h (maior risco de bradicardia com doses mais altas e em neonatos de menor peso ao nascer. Portanto, a dexmedetomidina como sedativo de primeira linha durante HT na EHI é eficaz, reduz significativamente a exposição a opioides e associa-se a melhores desfechos de alimentação e respiratórios, com perfil de segurança aceitável.

Doses Mínimas, Grande Impacto: Otimizando o Desmame da Sedação para Reduzir o Uso de Opioides em ema UTI Neonatal De Nível IV

Doses Mínimas, Grande Impacto: Otimizando o Desmame da Sedação para Reduzir o Uso de Opioides em ema UTI Neonatal De Nível IV

Tiny doses, big impact: Optimizing sedation weaning to reduce opioid use in a Level IV NICU.Glenn T, Carroll J, Kimball A, Speziale M, Romanowski G, Chamankhah N, Helgeson H, Sim E, Kimmel J, Kang J, Wong A, Grimm P, Van Gorder M, Heath D, Moyer L.J Perinatol. 2026 Apr 29. doi: 10.1038/s41372-026-02630-z. Online ahead of print.PMID: 42056241. Estado Unidos.

Realizado por Paulo R. Margotto.

Um Protocolo padronizado, multidisciplinar e estruturado de desmame da sedação reduz de forma significativa a exposição a opioides e dexmedetomidina, diminui o tempo de internação e melhora os resultados clínicos em neonatos criticamente enfermos, sem comprometer a segurança :exposição a opioides: diminuiu de 26 para 17 dias (redução de 35% ,  meta de 20% superada);  tempo de internação: diminuiu de 70 para 50 dias; exposição à dexmedetomidina  diminuiu  de 18 para 12 dias, além da melhora na adesão aos planos individualizados, alta satisfação da equipe, redução da síndrome de abstinência iatrogênica, maior segurança e qualidade do cuidado e cultura de desmame mais proativa na Unidade. “Doses mínimas, grande impacto” — a padronização é uma ferramenta poderosa para proteger o neurodesenvolvimento dos recém-nascidos.