Categoria: UTI Pediátrica

Reposição de Albumina em pacientes com sepse grave ou choque séptico

Reposição de Albumina em pacientes com sepse grave ou choque séptico

Pietro Caironi, M.D., Gianni Tognoni, M.D., Serge Masson, Ph.D. et al.
for the ALBIOS Study Investigators*.
The New England Journal o f Medicine.
This article was published on March 18, 2014, at NEJM.org.

Artigo Apresentado na UTI Pediátrica do HRAS/HMIB, pelo Dr. Joaquim Bezerra (R3) sob Coordenação do Dr. Alexandre serafim

Terapia adjunto com glicocorticoide em pacientes com choque séptico

Terapia adjunto com glicocorticoide em pacientes com choque séptico

Adjunctive Glucocorticoid Therapy in Patients with Septic ShockVenkatesh B, Finfer S, Cohen J, Rajbhandari D, Arabi Y, Bellomo R, Billot L, Correa M, Glass P, Harward M, Joyce C, Li Q, McArthur C, Perner A, Rhodes A, Thompson K, Webb S, Myburgh J; ADRENAL Trial Investigators and the Australian–New Zealand Intensive Care Society Clinical Trials Group.N Engl J Med. 2018 Mar 1;378(9):797-808. doi: 10.1056/NEJMoa1705835. Epub 2018 Jan 19.PMID: 29347874. Similar articles.

Apresentação:Fernanda CésarCoordenação: Alexandre Peixoto Serafim

No tratamento de Sepse não há um tratamento farmacológico comprovado eficaz, além  de antibióticos apropriados, fluidos, drogas vasopressoras. A mortalidade varia entre 30-45%. Os glicocorticoide tem sido  usados há mais de 40 anos. A eficácia e segurança são incertas. Nesse ensaio internacional, multicêntrico, duplo-cego, randomizado, controlado c0m 3800 pacientes (Ensaio ADRENAL [Adjunctive Corticosteroid Treatment in Critically Ill Patients with Septic Shock]) não houve diminuição significativa do óbito aos 90 dias no grupo com o esteróide ((hazard ratio, 0.95; 95% CI, 0.84 to 1.07; P=0.42). No entanto, houve menor tempo para resolução do choque, menor tempo de internação, menor tempo de VM e menos transfusão no grupo do esteróide. Nos links,o que escrevemos sobre Insuficiência adrenal relativa no choque séptico, juntamente com a Dra. Márcia Pimentel de Castro.

Avanços na cirurgia para defeitos na parede abdominal-gastrosquise e onfalocele

Avanços na cirurgia para defeitos na parede abdominal-gastrosquise e onfalocele

Advances in surgery for abdominal wall defects: gastroschisis and omphalocele.

Islam S. Clin Perinatol. 2012 Jun;39(2):375-86. doi: 10.1016/j.clp.2012.04.008. Review. PMID: 22682386  Similar articles

Apresentação: Priscila Dias Alves

  • A melhora da sobrevida destes pacientes mudou drasticamente ao longo das últimas 4 décadas devido ao avanços nos cuidados de UTI neonatal, cirúrgico, obstétrico e nutricional. A sobrevivência aumentou de 50 a 60% na década de 60 para acima de 90% atualmente.
  • Problemas a longo prazo são raros na ausência de afecções intestinais e os pacientes conseguem fazer o catch-up com a curva de crescimento em alguns anos. 15-30% dos meninos tem as gônadas extra-abdominais, até 50% vão descer espontaneamente até o final do 1 ano de vida. O restante necessitará de orquipexia. Simplesmente reposicionar o testículo no momento do fechamento final é recomendado. 60% das crianças sofrem de estresse psicológico devido a falta de uma cicatriz umbilical normal, necessitando de reconstrução em alguns casos.