Categoria: Monografias-2026

MONOGRAFIA-2026-APRESENTAÇÃO:UNIDADE DE NEONATOLOGIA DO HMIB.FATORES PERINATAIS RELACIONADOS À FALHA DO CPAP BOLHA PRECOCE EM RNPT ≤ 32 SEMANAS

MONOGRAFIA-2026-APRESENTAÇÃO:UNIDADE DE NEONATOLOGIA DO HMIB.FATORES PERINATAIS RELACIONADOS À FALHA DO CPAP BOLHA PRECOCE EM RNPT ≤ 32 SEMANAS

Nathalia Regina Cardoso Aragão / Coordenação: Carlos Alberto Moreno Zaconeta.

Os resultados (a taxa de falha foi de 24,6%) sugerem que a falha do CPAP bolha nos recém-nascidos ≤ 32 semanas está fortemente associada a condições maternas (hipertensão arterial), à imaturidade do recém-nascido (baixo peso) e a complicações neonatais graves (PCA com repercussão, necessidade de surfactante e instabilidade hemodinâmica). O parto normal surgiu como um fator protetor. Esses achados podem auxiliar na identificação precoce de pacientes de maior risco para falha do CPAP bolha, permitindo um manejo mais individualizado e, possivelmente, a indicação de outras modalidades de suporte respiratório mais precocemente.

MONOGRAFIA-2026-UTI NEONATAL SANTA LÚCIA SUL:APRESENTAÇÃO: EFICÁCIA DO ESCORE CRIB II NA MORTALIDADE NEONATAL EM UMA MATERNIDADE TERCIÁRIA PRIVADA

MONOGRAFIA-2026-UTI NEONATAL SANTA LÚCIA SUL:APRESENTAÇÃO: EFICÁCIA DO ESCORE CRIB II NA MORTALIDADE NEONATAL EM UMA MATERNIDADE TERCIÁRIA PRIVADA

Letícia Martins Perci. Coordenação: Marta David Rocha de Moura

Esse estudo proporcionou conhecermos o perfil da morbimortalidade na UTI Neonatal  pioneira no DF, no período 2000 a 2024 (1980 INTERNAÇÕES). Observou-se uma  taxa de sobrevida elevada (94,4%) e uma mortalidade média  entre 3-4%.  Entre os casos cirúrgicos, destacam-se 58 cardiopatias congênitas (mortalidade de 29%) e 13 defeitos de fechamento de parede abdominal (gastrosquise e onfalocele) com apenas um óbito (7,7%). Os dados indicam ambiente  de cuidado especializado e eficaz, com necessidade contínua de recursos para ventilação, cuidados com a prematuridade  e monitoramento clínico. O CRIB II consolidou-se como padrão para pré-termos, mas novos modelos como o VIS (Vasoactive Inotropic Score), que avalia a carga de medicamentos vasoativos  e o SENSS (Score for Essential Neonatal Symptoms and Signs), focado em sinais clínicos básicos em contextos de recursos limitados, surgem para complementar o monitoramento hemodinâmico e assistencial.

MONOGRAFIA-2026-UNIDADE DE NEONATOLOGIA DO HMIB.FATORES PERINATAIS RELACIONADOS À FALHA DO CPAP BOLHA PRECOCE EM RNPT ≤ 32 SEMANAS

MONOGRAFIA-2026-UNIDADE DE NEONATOLOGIA DO HMIB.FATORES PERINATAIS RELACIONADOS À FALHA DO CPAP BOLHA PRECOCE EM RNPT ≤ 32 SEMANAS

Nathalia Regina Cardoso Aragão/Coordenação: Carlos Alberto Moreno Zaconeta

 

                                                                                     RESUMO

Introdução: A pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) tem sido cada vez mais utilizada como primeira modalidade de suporte ventilatório na sala de parto em recém-nascidos pré-termo (RNPT). No entanto, parte dos pacientes evolui com falha, exigindo ventilação invasiva. Identificar fatores associados a esse desfecho é fundamental para aprimorar a estratificação de risco e direcionar condutas clínicas.Objetivo: Avaliar os fatores perinatais que interferem na falha do CPAP bolha precoce em RNPT menores ou iguais a 32 semanas em uma maternidade pública do Distrito Federal.Metodologia: Trata-se de um estudo prospectivo e observacional que ocorreu entre outubro de 2024 a abril de 2025. Foram incluídos 65 RNPT menores ou iguais a 32 semanas submetidos ao CPAP bolha como primeira modalidade ventilatória na sala de parto. Foram separados entre os que falharam e os que não falharam ao CPAP bolha e comparados quanto às características maternas e neonatais. Considerou-se falha do CPAP bolha a indicação de intubação orotraqueal nas primeiras 72 horas de vida. A análise estatística foi realizada no software SPSS, incluindo análises bivariadas e regressão logística. Os resultados foram considerados estatisticamente significativos quando p < 0,05.Resultados: A taxa de falha foi de 24,6% (n=16). A idade gestacional média foi 29,3 ± 1,9 semanas e o peso ao nascer 1.277 ± 382g. Em relação à distribuição por sexo, 53,8% eram do sexo masculino e 46,2% do sexo feminino. Dentre os fatores maternos estudados, a hipertensão materna mostrou associação estatisticamente significativa com a falha do CPAP bolha (OR = 8,58; IC 95%: 2,42–30,40; p < 0,001). O parto vaginal mostrou efeito protetor (OR=0,19; IC95%: 0,039–0,93; p=0,027). Em relação aos fatores neonatais, o peso <1000 gramas (OR=5,71; IC95%: 1,68–19,44; p=0,003), a idade gestacional < 29 semanas (p=0,005), uso de surfactante (100% vs. 32,7%; p<0,001) e necessidade de drogas vasoativas (25% vs. 0%; p=0,003) foram associados à falha. PCA com repercussão hemodinâmica também foi preditora significativa (OR=9,10; IC95%: 1,39–59,62; p=0,014). O modelo de regressão logística, incluindo seis variáveis principais, apresentou alta acurácia (96,3%), sensibilidade (88,9%) e especificidade (100%), embora limitado pelo pequeno tamanho amostral. A mortalidade global foi de 3,1% (2 casos), sem diferença entre grupos.Conclusão: Os resultados sugerem que a falha do CPAP bolha em RNPT menores ou iguais a 32 semanas está fortemente associada a condições maternas (hipertensão arterial), à imaturidade do recém-nascido (baixo peso) e a complicações neonatais graves (PCA com repercussão, necessidade de surfactante e instabilidade hemodinâmica). O parto normal surgiu como um fator protetor. Esses achados podem auxiliar na identificação precoce de pacientes de maior risco para falha do CPAP bolha, permitindo um manejo mais individualizado e, possivelmente, a indicação de outras modalidades de suporte respiratório mais precocemente.

MONOGRAFIA DA UNIDADE DE NEONATOLOGIA DO HMIB-2026 (Apresentação):Cuidados Paliativos: um estudo com profissionais de saúde em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de referência do DF

MONOGRAFIA DA UNIDADE DE NEONATOLOGIA DO HMIB-2026 (Apresentação):Cuidados Paliativos: um estudo com profissionais de saúde em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de referência do DF

Autora: Luísa Teixeira Fischer Dias   / Orientadora: Evely Mirela Santos França.

Observou-se compreensão conceitual consistente, com reconhecimento do controle da dor (97,4%), do apoio à família (84,5%) e da integração de aspectos psicológicos e espirituais (78,4%). Entretanto, apenas 41,4% relataram sentir-se preparados, enquanto 53,4% referiram preparo parcial. A experiência foi considerada difícil ou muito difícil por 81,1%, destacando-se sentimentos de impotência (27,6%), insegurança (12,1%) e frustração (10,3%). A ausência de protocolos e fragilidades organizacionais emergiram como barreiras centrais. Conclusão: Apesar da base conceitual sólida, permanecem lacunas no preparo formal, na estrutura institucional e no suporte emocional às equipes. A consolidação dos cuidados paliativos neonatais na UTIN requer investimento em educação permanente, protocolos assistenciais e fortalecimento multiprofissional.

MONOGRAFIAS 2026-Hospital Materno Infantil de Brasília: Cuidados Paliativos: Um Estudo com Profissionais de Saúde em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de Referência do Distrito Federal

MONOGRAFIAS 2026-Hospital Materno Infantil de Brasília: Cuidados Paliativos: Um Estudo com Profissionais de Saúde em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de Referência do Distrito Federal

Autora: Luísa Teixeira Fischer Dias  

Orientador: Evely Mirela Santos França.

Os cuidados paliativos neonatais são fundamentais na assistência ao recém-nascido com condição ameaçadora à vida, integrando controle de sintomas, cuidado centrado na família e tomada de decisão compartilhada. Apesar de recomendações para sua introdução precoce na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, persistem desafios relacionados à formação profissional, protocolos institucionais e impacto emocional sobre as equipes. Objetivo: Analisar conhecimento, percepções, barreiras institucionais e impacto emocional relacionados aos cuidados paliativos neonatais entre profissionais de uma UTIN. Metodologia: Estudo descritivo transversal realizado entre novembro de 2025 e janeiro de 2026 em Hospital público Materno-Infantil. Participaram 116 dos 186 profissionais elegíveis (62,4%). Aplicou-se questionário estruturado com 21 questões. Os dados quantitativos foram analisados por estatística descritiva e as respostas abertas por análise de conteúdo segundo Bardin. Resultados: Observou-se compreensão conceitual consistente, com reconhecimento do controle da dor (97,4%), do apoio à família (84,5%) e da integração de aspectos psicológicos e espirituais (78,4%). Entretanto, apenas 41,4% relataram sentir-se preparados, enquanto 53,4% referiram preparo parcial. A experiência foi considerada difícil ou muito difícil por 81,1%, destacando-se sentimentos de impotência (27,6%), insegurança (12,1%) e frustração (10,3%). A ausência de protocolos e fragilidades organizacionais emergiram como barreiras centrais. Conclusão: Apesar da base conceitual sólida, permanecem lacunas no preparo formal, na estrutura institucional e no suporte emocional às equipes. A consolidação dos cuidados paliativos neonatais na UTIN requer investimento em educação permanente, protocolos assistenciais e fortalecimento multiprofissional.

MONOGRAFIA-2026: Hospital Santa Lúcia Sul:A EFICÁCIA DO ESCORE CRIB II NA MORTALIDADE NEONATAL EM UMA MATERNIDADE TERCIÁRIA PRIVADA

MONOGRAFIA-2026: Hospital Santa Lúcia Sul:A EFICÁCIA DO ESCORE CRIB II NA MORTALIDADE NEONATAL EM UMA MATERNIDADE TERCIÁRIA PRIVADA

Leticia Martins Perci/Coordenação: Marta David Rocha de Moura

Esse estudo proporcionou conhecermos o perfil da morbimortalidade na UTI Neonatal  pioneira no DF, no período 2000 a 2024 (1980 INTERNAÇÕES). Observou-se uma  taxa de sobrevida elevada (94,4%) e uma mortalidade média  entre 3-4%.  Entre os casos cirúrgicos, destacam-se 58 cardiopatias congênitas (mortalidade de 29%) e 13 defeitos de fechamento de parede abdominal (gastrosquise e onfalocele) com apenas um óbito (7,7%). Os dados indicam ambiente  de cuidado especializado e eficaz, com necessidade contínua de recursos para ventilação, cuidados com a prematuridade  e monitoramento clínico. A análise dos modelos preditivos revela uma evolução na busca por equilíbrio entre precisão e viabilidade. O CRIB II consolidou-se como padrão para pré-termos, mas novos modelos como o VIS (Vasoactive Inotropic Score), que avalia a carga de medicamentos vasoativos, e o SENSS (Score for Essential Neonatal Symptoms and Signs), focado em sinais clínicos básicos em contextos de recursos limitados, surgem para complementar o monitoramento hemodinâmico e assistencial.