Dismorfologia: Trabalho em Equipe na Perinatologia

Dismorfologia: Trabalho em Equipe na Perinatologia

Sandra Lins. Apresentação realizada  no 1º Congresso de Genética Regional Centro Oeste, Goiânia, 9-11 de abril de 2026.

A excelência no cuidado perinatal exige abordagem multidisciplinar integrada (Obstetrícia, Medicina Fetal, Neonatologia, Genética, Neurologia, Cirurgia Pediátrica, Cardiologia e Psicologia) com comunicação eficaz e família no centro do processo — do pré-natal à UTIN. As Malformações Congênitas no Brasil tem apresentado crescente prevalência ( (56 → 88/10.000 nascidos vivos entre 2001-2020), constituindo importante causa de morbimortalidade neonatal. O fluxo assistencial consiste de Pré-natal: Contato precoce entre obstetra e neonatologia + Reunião multidisciplinar + Visita dos pais à UTIN, Plano de Nascimento: Equipe alinhada e leito preparado, Sala de Parto: Neonatologista lidera reanimação, com suporte de enfermeira, fisioterapeuta, cirurgião e outros conforme necessário, UTIN: Suporte respiratório (VM, CPAP, O₂), investigação diagnóstica (Genética, imagem, etc.) e cuidado contínuo. Princípio Fundamental: a assistência ao RN de risco começa antes do nascimento ( planejamento antecipado reduz intercorrências e melhora desfechos), tendo sempre a Família no Centro: Transparência, acolhimento, visitas pré-natais e comunicação contínua são indispensáveis.Mensagem final: “O melhor cuidado não é prestado por um único especialista, mas construído coletivamente por uma equipe comprometida, preparada e humanizada.”